APRENDI A SER JOVEM E
HOMEM (3)
Eu, Dom Bosco, te apresento os
valores que respirei, que aprendi a viver e, em seguida, transmiti como herança
aos meus salesianos. Com o passar dos anos, serão as bases da minha pedagogia.
"Raciocinemos!"
Nossos velhos pronunciavam este verbo em piemontês;
e quanta sabedoria eu descobria nessa palavra. Era usada para dialogar,
explicar-se, chegar a uma decisão comum, tomada sem que alguém quisesse impor o
próprio ponto de vista.
Depois, farei do termo "razão" uma das colunas
mestras do meu método educativo. A palavra "razão" será, para mim,
sinônimo de diálogo, acolhida, confiança, compreensão; será transformada numa
atitude de busca para que não haja rivalidade entre educadores e jovens, mas
tão somente amizade e estima recíproca.
Para mim, o jovem jamais será um
sujeito passivo, um simples executor de ordens. Em meus contatos com os jovens,
jamais farei de conta que estou escutando; eu os escutarei realmente,
discutirei o ponto de vista deles, as suas razões.
(Pascual Chávez, mensagem de Janeiro para o BS)
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