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sexta-feira, 11 de abril de 2014

O XXVII Capítulo Geral aos Salesianos

 

Queridos irmãos,

Nós, que participamos do Capítulo Geral 27, queremos compartilhar convosco a experiência extraordinária vivida nestes meses, convocados a Roma em nome do Senhor e sustentados pela força do Espírito. O Capítulo foi para cada um de nós um evento de graça do qual queremos dar testemunho ao voltar para casa. Queremos contar-vos, retomando nossos trabalhos e preocupações, que “o Senhor foi grande conosco e por isso estamos alegres” (Sl 125,3)

2014-03-08_08h08_05 NO INÍCIO HOUVE VALDOCCO

Iniciamos o nosso caminho na Terra Santa Salesiana, em Valdocco, lugar de Evangelho e de milagres cotidianos. Fomos até lá como quem sobe um rio à busca da fonte. Estávamos sedentos e a água fresca das origens restaurou-nos. A história do nosso pai é um convite sempre novo. Em sua vida e em sua proposta buscamos a inspiração para fazer reviver hoje o mesmo carisma. Redescobrir Dom Bosco ajudou-nos a enraizar mais profundamente a nossa vocação evangélica e a reavivar os motivos para viver, como ele fez, a entrega pelo Reino em favor dos jovens mais pobres. À luz da sua experiência, caminhamos sob o olhar de Maria Auxiliadora e seguros da sua mediação materna.

DEUS NOS DEU UM PAI

Ao voltar para Roma, iniciamos os nossos trabalhos com reflexões e deliberações empenhativas. O tom fraterno e a busca comum tornaram possível tecer, de imediato, relações cordiais e sinceras entre nós, que nos ajudaram a experimentar a riqueza da interculturalidade e a profecia da fraternidade, vividas em primeira pessoa já durante as jornadas capitulares.
Sentimo-nos em comunhão com as comunidades que, nos países em conflito, vivem momentos dramáticos da própria história. A Síria, a Venezuela, a República Centro-Africana, o Sudão estiveram muito presentes em nossas orações. A sua lembrança fez-nos abrir os olhos para os sofrimentos de tantos povos e fez resplender o testemunho de numerosos irmãos que vivem o Evangelho com radicalidade em situações difíceis e dramáticas. Isso, para nós, serve de estímulo a nos entregarmos sem parcimônia à nossa vocação e missão.
Depois, Deus nos deu um pai. Enquanto exprimimos a nossa gratidão pelo ministério luminoso e fecundo do P. Pascual Chávez Villanueva, sentimos que a eleição do P. Ángel Fernández Artime como Reitor-Mor e décimo sucessor de Dom Bosco foi um dom da Providência para nós, para toda a Família Salesiana e para os jovens. O seu sorriso aberto e sincero, a sua simplicidade, a sua grande humanidade e o seu relacionamento espontâneo com cada um dos irmãos, depressa nos fizeram ver nele o rosto do pai prometido: “Será eleito um novo Reitor que cuidará de vós e da vossa salvação eterna. Escutai-o, amai-o, obedecei-lhe, rezai por ele...” (Dom Bosco). Obrigado, P. Ángel, pelo teu coração de bom pastor e pela tua generosidade.

FRANCISCO NOS FASCINOU

Momento de intensidade especial foi o encontro com o Papa Francisco. Acolheu-nos e abençoou-nos, e em nós a cada um de vós e os jovens que o Senhor nos confia. Sua palavra precisa e incisiva tocou-nos o coração. No espírito da “Evangelii Gaudium”, recordou-nos que, como Dom Bosco, devemos ser homens de Evangelho, que vivem com simplicidade e generosidade a vida cotidiana com estilo austero e livre. Recordou-nos que o nosso Pai Dom Bosco ensinou-nos a amar os jovens com a amorevolezza que torna presente a ternura de Deus pelos seus filhos mais frágeis. Pediu-nos com insistência para sairmos para as periferias onde habitam os jovens e se manifestam mais intensamente a sua pobreza. Pediu-nos a não economizar esforços para destinar as pessoas melhores aos mais pobres que vivem sem perspectivas e sem futuro.
Papa Francisco, realmente, inflamou o nosso coração salesiano. Seu abraço foi expressão de afeto sincero aos filhos de Dom Bosco, e o apertar as nossas mãos na sua renovou a nossa adesão filial ao sucessor de Pedro como Dom Bosco sempre quis dos seus filhos. A mensagem do Santo Padre ficará em nossos corações e é um programa para todos nós.

CONTRACORRENTE E COM ESPERANÇA

O tema do nosso Capítulo Geral, a radicalidade evangélica, suscitou uma profunda reflexão que nos estimulou à conversão. Aprofundamos, a partir da Palavra com a riqueza de experiências diversas e na busca comum, o apelo que Deus nos faz hoje para sermos místicos no Espírito, profetas da fraternidade e servos dos jovens. Estamos convencidos de que aquilo que vivemos nestas semanas já é uma antecipação do caminho que queremos percorrer com todos vós e com as comunidades educativo-pastorais. Sonhamos o futuro e nos esforçaremos para que se torne realidade.

Unidos à Videira e como ramos novos (cf. Jo 15,1-8), nós salesianos sonhamos uma vida consagrada que, vivida com atitudes profundamente evangélicas, seja capaz de dialogar com a cultura e interrogar a realidade social em que vivemos. Desejamos para as nossas comunidades um estilo de vida simples, marcado pela alegria do Evangelho e pela paixão pelo Reino. Queremos viver como homens marcados por uma forte experiência de Deus e com os pés no chão, capazes de dar razão da esperança que trazemos no coração, com uma existência completamente entregue, autêntica, íntegra; empenhados na busca das periferias e nos desertos dos jovens mais abandonados.
Se vivermos contracorrente, seremos hoje significativos. Quando o individualismo cresce ao nosso redor, a fraternidade torna-se uma alternativa crível. Assumamos o desafio de edificar comunidades nas quais aprendamos a passar do “eu” ao “nós”, antepondo sempre o bem do irmão. Devemos ser capazes de abrir espaços de acolhida e de diálogo que ajudem a curar as feridas com relacionamentos maduros e regeneradores. Torna-se necessário o nosso decidido empenho para humanizar a vida comum a fim de superar as solidões e multiplicar a misericórdia. Em nosso mundo, a aposta pelo perdão e a paz torna crível o nosso modo de viver e mais claramente evangélico o nosso anúncio.

DESCENTRADOS

Cientes do novo momento eclesial em que vivemos, estamos convencidos de que a nossa vida consagrada é um grito contra o egoísmo e à autorreferência: trata-se de ir ao encontro das necessidades dos outros com a atitude misericordiosa de Jesus e a partir da nossa vida pobre e solidária. O nosso claustro é o mundo dos jovens em dificuldade e a nossa oração são as nossas mãos elevadas e a nossa ação empenhada em dar novamente dignidade aos mais excluídos. Por isso, não podemos economizar energias, nem tenhamos mais tempo para “as nossas coisas”, ou para fechar-nos em nossos interesses pessoais. Tenhamos diante de nós um êxodo que nos ajudará a alcançar outra terra, mil vezes prometida: a dos mais abandonados e dos mais pobres. Ali, como salesianos, encontraremos o nosso Tabor.
Francisco convidou-nos a nos situarmos nas fronteiras, nas margens, nas periferias do mundo, nos desertos existenciais onde muitos vivem como ovelhas sem pastor e não têm o que comer (cf. Mt 9,36). Esta é a chave de interpretação que o Papa nos oferece para nos descentrarmos, ou seja, buscar outros olhares que ofereçam pontos de vista diferentes e ajudem-nos a ler a realidade além de nós mesmos. Este é o desafio para a vida religiosa hoje: pensar e viver descentrados do nosso modo de olhar a realidade, muito seguros de nós mesmos, acomodados em obras já garantidas, ocupados num trabalho estruturado e satisfatório. Quando pensamos na renovação da nossa Congregação, não teremos aqui um critério de significatividade que nos pode ajudar a abrir novos horizontes às nossas estruturas? Não é fácil descentra-nos, mas é urgente fazê-lo se quisermos continuar a ser fiéis ao apelo de Deus.

Queridos irmãos,

Sentimos nestes dias o sopro do Espírito que “faz novas todas as coisas” (Ap 21,5). É o momento de tornar operativas as linhas do caminho que o nosso Capítulo Geral nos propõe. Movidos pela força do Espírito Santo e iluminados pela sua luz, queremos “avançar mar adentro” (Lc 5,4), navegar para águas mais profundas, na nossa vida consagrada e na missão juvenil e popular. Ouçamos a urgência de anunciar com audácia o Evangelho libertador de Jesus Cristo, boa notícia para os pequenos e os pobres. E se, vendo a entrega da nossa vida e da nossa alegria, alguém nos perguntar: “Por que o fazeis”?, responderemos com liberdade que Deus preenche a nossa existência e o seu grande amor nos interpela e grita em nós para que os jovens “tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10).

Roma, 12 de abril de 2014

terça-feira, 8 de abril de 2014

GG27: O Novo Conselho Geral dos Salesianos

Fotografia do novo Conselho Geral dos Salesianos.

Na linha inferior, junto com o Reitor Maior, encontram-se o Vigário e Ecónomo Gerais e os responsáveis dos dicastérios (Formação, Pastoral Juvenil, Comunicação Social e Missões).

Os que se encontram detrás do Reitor Mor são os Regionais da Congregação, entre eles, o P. Américo Chaquisse, moçambicano, novo Regional para África e Madagascar.

novo conselho geral 2014-2020

Curiosa fotogria do novo Conselho Geral dos Salesianos com todos os membros do Capítulo Geral 27 na Aula Magna, lugar dos encontros.

novo conselho geral e cg27

quinta-feira, 3 de abril de 2014

O Papa Francisco ao CG27

Caros Irmãos,blog 1 
sejam bem-vindos!

Agradeço ao P. Ángel por suas palavras. A ele e ao novo Conselho Geral faço votos por que saibam servir, guiando, acompanhando e sustentando, a Congregação Salesiana em seu caminhar. O Espírito Santo os ajude a colher as expectativas e os desafios do nosso tempo, especialmente dos jovens, e a interpretá-las à luz do Evangelho e do seu Carisma.

            Imagino que durante o Capítulo – cujo tema é “Testemunhas da Radicalidade Evangélica” – tenham sempre tido perante os olhos Dom Bosco e os Jovens. Dom Bosco reforçava o seu lema «Da mihi animas, cetera tolle» com mais dois elementos: ‘Trabalho e Temperança’. (Eu me lembro que no colégio não se permitia a sesta!… ‘Temperança’! Para os salesianos e para nós!) «O trabalho e a temperança – dizia – farão florir a Congregação». Quando se pensa em trabalhar pelo bem das almas, supera-se a tentação da mundanidade espiritual: não se buscam outras coisas; somente Deus e seu Reino. Temperança, pois, é comedimento, contentar-se, ser simples. A pobreza de Dom Bosco e de Mamãe Margarida inspire, a cada salesiano e a cada uma da suas comunidades, uma vida essencial e austera, proximidade aos pobres, transparência e responsabilidade na gestão dos bens.

            1. A evangelização dos jovens é a missão que o Espírito Santo lhes confiou na Igreja. Ela está estreitamente unida à sua educação: o caminho de fé se insere naquele do crescimento e o Evangelho enriquece ‘também’ o amadurecimento humano. É preciso preparblog 2ar os jovens para trabalhar na Sociedade segundo o espírito do Evangelho, como fautores de justiça e de paz, e a viver como protagonistas na Igreja. É para isso que todos se valem dos necessários aprofundamentos e atualizações pedagógicos e culturais, para responder à atual emergência educativa. A experiência de Dom Bosco e o seu “Sistema Preventivo” os  sustentem sempre no empenho por viver com os jovens. A presença no meio deles se distinga por aquela ternura que Dom Bosco chamou 'amorevolezza', experimentando outrossim novas linguagens, mas bem sabendo que a do coração é a linguagem fundamental para aproximar-se e tornar-se seus amigos.

Fundamental aqui é a dimensão vocacional. Confunde-se por vezes a vocação à vida consagrada com uma opção de voluntariado: e esta visão distorcida não faz bem aos Institutos. O próximo ano 2015, dedicado à Vida Consagrada, será uma ocasião favorável para apresentar aos jovens a sua beleza. É preciso evitar em cada caso enfoques parciais, para não suscitar respostas vocacionais frágeis, sustentadas por motivações débeis. As vocações apostólicas são ordinariamente fruto de uma boa pastoral juvenil. O cuidado pelas vocações requer ‘atenções específicas’: antes de tudo a oração, depois atividades próprias, itinerários personalizados, a coragem da proposta, o acompanhamento, o envolvimento das famílias. A geografia vocacional mudou e está mudando, e isto significa novas exigências para a formação, acompanhamento, discernimento.

            2. Trabalhando com os jovens, deparar-se-ão com o mundo da exclusão juvenil. E isto é tremendo! Hoje, é tremendo pensar que há mais de 75 milhões de jovens sem trabalho, aqui, no Ocidente. Considere-se a vasta realidade da desemprego, com tantas consequências negativas. Pensemos nas dependências, que infelizmente são multíplices, mas que derivam da comum raiz da falta de um verdadeiro amor. Ir ao encontro dos jovens marginalizados requer coragem, maturidade e muita oração. E a esse trabalho se devem mandar os melhores! Os melhores! Poderia haver o risco de deixar-se levar pelo entusiasmo, enviando a tais fronteiras pessoas de boa vontade, mas inadequadas. É por isso necessário um atento discernimento e um constante acompanhamento. O critério é este: para ali vão os melhores. Os melhores!

            3. Graças a Deus, Vocês não vivem nem trabalham isoladamente, mas em comunidades: e agradeçam a Deus por isto! É a comunidade que dá apoio a todo o apostolado. Tensões por vezes perpassam as comunidades religiosas, com o risco do individualismo e da dispersão, quando o de que se precisa mesmo é de comunicação profunda, de relacionamentos autênticos. A força humanizadora do Evangelho é testimunhada pela ‘fraternidade vivida’ em comunidade, feita de acolhimento, respeito, ajuda mútua, compreensão, cortesia, perdão, alegria. Muito ajuda neste sentido aquele espírito de família que Dom Bosco lhes deixou: favorece a perseverança e cria atração para a Vida Consagrada.

            Caros irmãos, o Bicentenário de Nascimento de Dom Bosco já está às portas. Será um momento propício para relançar o carisma do seu Fundador. Maria Auxiliadora nunca deixou faltar o seu auxílio na vida da Congregação. E tampouco o deixará faltar para o futuro. A sua materna intercessão lhes obtenha de Deus os frutos ansiosamente esperados.

            Abençoo e rezo por todos! Mas, por gentileza, rezem também por mim!
            Obrigado!

31.03.14

MENSAGEM DO REITOR MOR AO PAPA NA VISITA DO CG27 AO VATICANO

Querido Papa Francisco, Queridíssimo Padre,

blog 3  Estamos felizes de estar aqui com você. Obrigado por este encontro. Para nós é um dom precioso e uma ocasião única que nos permite de lhe manifestar os sentimentos que levamos no coração. Lhe queremos bem, Padre! Valorizamos a sua coragem e testemunho. Constatamos com alegria o seu grande amor pelo Senhor Jesus, pela Igreja e o seu desejo de uma renovação profunda de toda a Comunidade Cristã que Você preside no serviço e na caridade.

Os salesianos lembramos bem que, para Dom Bosco, o amor ao Papa significava amor à Igreja e amor à missão. E este nosso encontro, não teria sentido, se não fosse, ao mesmo tempo, acompanhado pelo desejo de lhe exprimir, Querido Padre, a vontade de renovar o nosso compromisso carismático e missionário em favor da Igreja e do mundo, com uma atenção especial aos Jovens, sobretudo aos mais pobres e abandonados. Por isso, acolhemos o seu convite de abrir as portas das nossas casas e do nosso coração para ser anunciadores da alegria do Evangelho, acreditando fortemente num Deus que ama o homem e deseja a sua salvação. Com as palavras de ‘Gaudium et Spes’, queremos partilhar as alegrias e as dores do mundo de hoje e dos jovens que nele vivem, comprometendo-nos plenamente na construção do Reino de Deus.

 

 

blog 4Durante este Capítulo Geral, que tem como tema ‘Testemunhas da radicalidade evangélica’ sentimo-nos em perfeita sintonia com a sua Exortação Apostólica ‘Evangelii Gaudium’. Este texto iluminou e guiou a nossa reflexão.

Foi uma ocasião para reflectir profundamente sobre a nossa identidade carismática salesiana, tendo presente, ao mesmo tempo, a necessidade de interpretar duma forma actual aquilo que Dom Bosco viveu e nos transmitiu. Identificamos um caminho de renovação no qual nos comprometemos a viver a dimensão mística de pessoas consagradas que pretendem dar o primado absoluto a Deus, Senhor da nossa vida. Movidos pelo Espírito de Jesus, queremos ser ‘buscadores e testemunhas de Deus’, acompanhando com alegria os jovens num caminho de crescimento humano e cristão.

Nos propomos renovar o testemunho profético da nossa vida fraterna. Num mundo tantas vezes marcado por situações conflituosas a todos os níveis, pensamos que a nossa vida religiosa tenha uma das suas tarefas principais em testemunhar a alegria duma comunhão de irmãos que se sentem todos discípulos do Senhor. É uma fraternidade que envolve a nossa vida quotidiana, o nosso trabalho, a nossa oração e chega a ser ela mesma anunciadora duma vida que se exprime em relações novas inspiradas pela Palavra do Evangelho e capazes de atrair os jovens à valiosa experiência duma vida doada aos outros segundo o carisma de Dom Bosco.

Na nossa missão, desejamos reafirmar o nosso desejo de ser servos dos jovens, através duma proposta educativa inspirada pelos valores evangélicos e com um compromisso generoso para transformar o mundo. Desejamos reconfirmar o critério da escolha de Dom Bosco: a de uma disponibilidade preferencial para com os jovens mais pobres, das populações mais em desvantagem e marginadas, nos contextos missionários tradicionais e naqueles das sociedades mais secularizadas.

Acolhermos, Querido Papa Francisco, a sua palavra e as suas indicações para uma escolha eclesial das grandes linhas que nos guiem no próximo sexénio.

Aproveito a ocasião para lhe agradecer, com toda a Família Salesiana, o ter aceite vir a Turim por ocasião do Segundo Centenário do nascimento de Dom Bosco. Com carinho de filhos Lhe prometemos a nossa oração, confiando a Sua missão à Virgem Auxiliadora, Mãe da Igreja e Lhe pedimos a sua paterna bênção.

Cidades do Vaticano, 31 março 2014

P. Ángel Fernández Artime

Reitor-Mor

terça-feira, 1 de abril de 2014

Ainda lembranças da visita do CG27 ao Papa

IB_11707__2014 (ANS – Roma) – Manhã insólita e extraordinária a de segunda-feira, 31, devido ao encontro com o Papa Francisco. Seguindo o programa, os Capitulares visitaram antes a Basílica de São Pedro a fim de renovar a Profissão de Fé perante o Túmulo do Apóstolo.

Sucessivamente, os capitulares fluíram para a Estátua do apóstolo Pedro e, para bem pro alto, para a estátua de São João Bosco. A seguir encaminharam-se à Sala Clementina para a Audiência.

Um quente, fragoroso e prolongado aplauso acolheu o Sumo Pontífice poucos minutos depois das 12. Familiar o exórdio com que o Reitor-Mor a Ele se dirigiu: “Caríssimo Papa Francisco, Caríssimo Pai”. O P. Fernández Artime não deixou de agradecer ao Papa pela disponibilidade de ir a Turim, em 2015, por ocasião do Bicentenário de Nascimento de Dom Bosco.

Concluiu, deixado o texto escrito, em língua espanhola, e mais uma vez confirmou ao Papa o afeto filial dos Salesianos por sua Pessoa, assim como assegurou continuar a invocar Maria Auxiliadora como tantas vezes o fez no Santuário, de Almagro, na cidade de Buenos Aires.

O Papa Francisco, no seu habitual estilo simples e familiar, mas nem por isso menos profundo, dirigiu a sua palavra aos Capitulares. E mais de uma vez não faltaram alusões à concretitude da vida: temperança e sesta; envio dos melhores aos jovens marginalizados e sem trabalho; possíveis tensões em comunidade; ternura-bondade ('amorevolezza'); cuidado pelas vocações.

E na conclusão: “Por gentileza, rezem por mim! Obrigado!”

Um duplo aplauso para o Papa Francisco: um ao concluir o discurso; e outro quando passou a saudar pessoalmente não só os membros do Conselho mas também cada um dos Capitulares e Acompanhantes.

A experiência da manhã foi evocada pelo Reitor-Mor durante a tarde introduzindo os trabalhos de Assembleia: “lindo o momento que vivemos esta manhã”.

O P. Fernández Artime, referindo-se ao trabalho dos próximos dias, encorajou a “propor aos nossos irmãos, a toda a Congregação e a nós mesmos, aqueles gestos, sinais e deliberações que nos ajudem a ser profecia neste momento da História, da Igreja, da Congregação”.

Conclamou à coragem para “achar aquelas pistas de seguir que nos lancem com audácia na direção dos últimos, dos mais frágeis; achar quanto seja o mais genuíno de nossa opção salesiana pelos pobres, especialmente pelos jovens mais pobres”.

O Reitor-Mor prosseguiu com um segundo convite: “Continuar a viver este bom clima de fraternidade”. Uma fraternidade cada vez mais universal: “Creio que o primeiro documento que estamos a escrever seja o da fraternidade cotidiana, da atenta experiência de universalidade da Congregação; pelo que, todos desejamos encontrar-nos, não com ‘os meus’ – entre aspas: ‘com os do meu País, da minha cultura’ – mas exatamente com esses outros Coirmãos dos demais Continentes”.

Dos trabalhos capitulares começou a participar também o novo Regional da Europa Centro-Norte, P. Tadeusz Rozmus.

segunda-feira, 31 de março de 2014

O Papa encontra os salesianos do CG27

Mais fotografias do momento importante de encontro do Papa Francisco com os Capitulares Salesianos.

Na fotografia inferior, o 9º Sucessor de Dom Bosco, P. Chávez, apresentando ao Papa os capitulares.

Na fotografia do centro, o Papa no meio de toda a Assembleia Capitular numa das salas do Vaticano.

Na fotografia superior, o 9º Sucessor de Dom Bosco e o 10º Sucessor de Dom Bosco, P. Ángel, junto ao Papa Francisco.

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Encontro do CG27 com o Papa

Esta manhã do dia 31 de Março foi um momento importante do Capítulo Geral: o primeiro encontro do Papa Francisco com uma assembleia tão importante para a vida da Congregação.

Foi também o momento do encontro entre o antigo arcebispo de Buenos Aires (Papa Bergoglio) e o ex-provincial de Buenos Aires (Padre Ángel).

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Para tal ocasião os capitulares vestiram-se de ‘gala’. Na fotografia, dentro da Básílica de São Pedro no Vaticano, o novo Regional de África-Madagascar P. Américo Chaquisse (Centro), o novo provincial de Angola  P. Victor Sequeira (direita) e o Delegado capitular de Moçambique P. Adolfo Sarmento (esquerda).

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sexta-feira, 28 de março de 2014

Padre Américo Chaquisse, novo Regional de África-Madagascar

O Provincial da nossa Visitadoria ‘Maria Auxiliadora’ de Moçambique foi eleito na manhã do dia 28 de março de 2014 como novo Regional para a África e Madagascar.

Este novo serviço que lhe pediu a Congregação através do Capítulo Geral dura seis anos e tem como objetivo acompanhar, em nome do Reitor Mor e do seu Conselho, o caminho que todas as obras salesianas do nosso grande continente.

Ao Padre Américo lhe desejamos força neste grande e duro serviço, assim como rezamos para que a sua presença sirva para crescer nos salesianos o amor a Dom Bosco e aos jovens, para os levar a Jesus.

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REGIONAIS DO RESTO DO MUNDO SALESIANO

Além do nosso novo Regional de África-Madagascar, na pessoa do P. Américo Chaquisse, existem outras região do mundo que têm à frente um seu Regional.  Eis aqueles que foram escolhidos esta tarde no Capítulo Geral. Com eles terminam as eleições e ficou constituido o novo Conselho Geral dos Salesianos.

CG27: O PADRE NATALE VITALE CONTINUA COMO REGIONAL DE AMÉRICA CONO SUL

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CG27: O PADRE VÁCLAV KLEMENT VOLTA A SER DE NOVO REGIONAL DE ASIA ESTE-OCEANIA

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CG27: O PADRE MARIA AROKIAM KANAGA CONTINUA COMO REGIONAL DE ÁSIA SUL

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CG27: O PADRE TADEUSZ ROZMUS REGIONAL DE EUROPA CENTRO- NORTE (não participava no Capitulo Geral e teve de ser chamado pelo Reitor-Mor)

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CG27: O PADRE ESTEVÃO MARTOGLIO REGIONAL DE EUROPA MEDITERRÂNEA

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CG27: O PADRE TIMOTHY PLOCK REGIONAL DA INTER-AMERICANA

TIMOTHI PLOCK INTERAMERICANA

Eleições dos Regionais

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ANS: No dia de hoje prossegue-se com a eleição dos Conselheiros Regionais. Como já é tradição e segundo as normas, “para a eleição dos Conselheiros regionais cada grupo de Inspetorias escolherá os irmãos a serem apresentados à Assembleia com voto secreto, numa única votação, escrevendo na cédula um só nome; apresentarão depois à Assembleia uma lista contendo todos os nomes daqueles que receberam votos, e o número de votos de cada um”.

Também para a eleição dos Conselheiros Regionais a Assembleia é soberana.

O dia será especialmente intenso por causa das numerosas eleições de fazer: há que eleger sete Conselheiros para as seguintes Regiões salesianas: África-Madagascar, América Cone Sul, Interamérica, Ásia Leste-Oceânia, Ásia Sul, Europa Norte, Mediterrânea.

Concluída a semana das eleições, segunda-feira próxima, 30 de março, os Capitulares serão recebidos em audiência, no Vaticano, pelo Papa Francisco.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Jean Paul Muller continua como Ecónomo Geral da Congregação Salesiana

O Coadjutor Jean Paul Muller, foi reeleito como Ecónomo Geral da Congregação Salesiana.

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O P. Basañes novo Conselheiro Geral para as Missões Salesianas

O Padre Guilherme Basañes, até agora Regional de África-Madagascar foi eleito como Conselheiro Geral para as Missões Salesianas.

 

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O P. Fabio Attard continua como Conselheiro Geral para a Pastoral Juvenil

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O Padre Fabio Attard, salesiano de Malta, foi eleito novamente para um segundo sexénio como Conselheiro Geral para a Pastoral Juvenil na Congregação Salesiana.

P. Filiberto, continua como Conselheiro para as Comunicações Sociais

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O Padre Filiberto González, salesiano do Mèxico, foi eleito novamente para um segundo sexénio como Conselheiro Geral para a comunicação Social na Congregação Salesiana.

Ivo Coelho, Conselheiro Geral para a Formação

ico coelho formação 2014 Esta manhã foi escolhido o novo Conselheiro Geral para a Formação na pessoa do salesiano P. Ivo Coelho, actualmente director do estudantado de Teologia de Jerusalém. Não fazia parte do Capítulo Geral. Nasceu em Mumbai (Índia)

sábado, 22 de março de 2014

CG27: Nova reestructuração da Europa Salesiana

IB_11611__2014 (ANS – Roma)– O CG26 pedia ao Reitor-Mor e seu Conselho definir “a natureza e os objetivos da atividade da Congregação para uma renovada presença salesiana na Europa”. Foi esta uma prioridade na programação do Conselho Geral, e o Reitor-Mor numa reunião de todos os  Inspetores da Europa, em fins de novembro de 2008 deu a conhecer as três grandes áreas sobre as quais se devia trabalhar para um relançamento da presença no Velho Continente:  a revitalização endógena do carisma,  a reestruturação das obras, o envio de missionários.

Esta é a primeira moldura dentro da qual o CG27 examinou, antes na Comissão jurídica, depois várias vezes na Assembleia, uma temática imediatamente conexa: aquela que faz referência à reconfiguração das Regiões na Europa.

O exame da redistribuição empenhou o Conselho Geral nas sessões estiva e invernal de 2013, e sobre essa realidade é que se desenvolveu a consulta entre as Inspetorias da Europa. Os resultados desses primeiros discernimentos, à disposição dos capitulares, orientavam globalmente para duas Regiões.

Multíplices os elementos levados em consideração: os processos de unificação e de redimensionamento, realizados ou em andamento nas Inspetorias da Europa; a subdivisão atual em três Regiões mudou significativamente depois das últimas reestruturações da Espanha (2014), da França-Bélgica Sul (2008) e da Itália (2008); a diminuição rápida do número dos coirmãos em toda a Europa, o envelhecimento das Inspetorias, o redimensionamento em ato; a necessidade de promover e fortalecer sinergias entre as diferentes Inspetorias, também em vista do revigoramento do carisma; a necessidade de criar as condições para uma sinergia e colaboração maiores.

Emergiu alguma perplexidade ao pensar no Conselheiro Regional e no seu empenho quase contínuo em visitas extraordinárias. Mas fez-se também notar que, já no último sexênio, alguma visita fora confiada a irmãos não-Conselheiros Gerais. Certamente dever-se-á continuar a avaliar positivamente o serviço do Conselheiro Regional como expressão de comunhão, de coordenação dentro da Região e de ligação com o Reitor-Mor e o Conselho Geral.

IB_11610__2014 Debate em assembleia e votações sondagens marcaram o caminho de discernimento sobre as hipóteses de avaliação e reconfiguração das Regiões na Europa.

A Assembleia capitular na manhã de sábado, 22, com ampla maioria, deliberou por reconfigurar as três Regiões (Europa Norte, Europa Oeste, Itália-Oriente Médio) em duas. Eis a nova configuração.

Região MEDITERRÂNEA: constituída pela Circunscrição Itália Central, pela Circunscrição Piemonte-Vale d’Aosta, pelas Inspetorias Itália Lombardo-Emiliana, Itália Meridional, Itália Nordeste, Itália Sicília, Oriente Médio, Portugal, Espanha-Barcelona, Espanha-Bilbau, Espanha-Leão, Espanha-Madri, Espanha-Sevilha, Espanha-Valência.

Região EUROPA CENTRO-NORTE: constituída pelas Inspetorias da Áustria, Bélgica Norte, Croácia, Bélgica Sul, Alemanha, Grã-Bretanha, Irlanda, Polônia-Cracóvia, Polônia-Pila, Polônia Varsóvia, Polônia-Wroclaw, República Tcheca, Eslováquia, Eslovênia, Circunscrição Especial Ucraniana, Hungria.

Por improvisos problemas ligados à rede informática, esta votação, para manter uma oportuna reserva relativamente a cada coirmão votante, se fez através de cédulas.

CG27: Nova organização do Conselho Geral salesiano

RMG_6183 (ANS – Roma)

Nos últimos dias, procedeu-se às primeiras votações definitivas, que confirmaram as indicações contidas em alguns artigos das Contituições, como, p. ex., a duração no cargo de seis anos para o Reitor-Mor e os membros do Conselho Geral; a possibilidade de eleger o Reitor-Mor somente por mais um segundo sexênio consecutivo; a possibilidade de eleger o Vigário do Reitor-Mor, os Conselheiros de Setor, os Conselheiros Regionais somente por mais um segundo sexênio consecutivo no mesmo cargo; as tarefas designadas aos Conselheiros Regionais pelo artigo 140 das Constituições; a modalidade de eleição do Reitor-Mor; a modalidade de eleição do Vigário do Reitor-Mor.

A Assembleia Capitular confirmou outrossim que os Conselheiros de Setores especiais são: o Conselheiro para a Formação, o Conselheiro para a Pastoral Juvenil, o Conselheiro para a Comunicação Social, o Conselheiro para as Missões e o Ecônomo Geral.

O Capítulo deliberou igualmente que a eleição dos Conselheiros de Setor seja precedida por um discernimento feito pelos irmãos capitulares subdivididos por Regiões, sobre os principais desafios do Setor e sobre o perfil do candidato. Tal processo de discernimento se conclui com a proposta à Assembleia de dois candidatos, um da própria Região e outro externo a ela, apontados com votação e escrutínio secretos. Para proceder com essa modalidade, dever-se-á modificar o artigo 127 dos Regulamentos Gerais.

Novidade de relevo refere-se ao artigo das Constituições que atribui ao Vigário do Reitor-Mor o encargo de animar a FS. O CG26 havia pedido que se fizesse uma avaliação a tal respeito e, consequentemente, a Assembleia capitular eliminou a atribuição desse encargo ao Vigário do Reitor-Mor, instituindo para isso um Secretariado Central para a FS, diretamente dependente do Reitor-Mor, segundo o artigo 108 dos Regulamentos.

Por essa opção, a Assembleia confirmou que “a referência carismática única de toda a Família Salesiana é o Reitor-Mor enquanto Sucessor de Dom Bosco”.

E o Capítulo Geral desejou assim deliberar porque “um Secretariado Central, instituído pelo Capítulo Geral e dependente diretamente do Reitor-Mor pode assegurar melhor tal ligação, de modo estável e com maior disponibilidade e continuidade de tempo, pelas pessoas chamadas a compor o Secretariado”.

Tem pois o Secretariado a tarefa de animar a Congregação no setor da FS; promover a comunhão dos vários grupos, respeitando a sua especificidade e autonomia; orientar e assessorar as Inspetorias, a fim de que em seus territórios se desenvolvam, segundo os respectivos estatutos, a Associação dos Salesianos Cooperadores, o Movimento dos Ex-Alunos e a Associação de Maria Auxiliadora.

sexta-feira, 21 de março de 2014

A nova pastoral juvenil salesiana

CG27: Apresentação de “A Pastoral Juvenil Salesiana-Quadro Referencial”

1_13_10475_ (ANS – Roma) – Hoje, 21 de março, o P. Fábio Attard, Conselheiro para a PJ, e o P. Miguel Ángel García, do mesmo Setor, apresentaram aos membros do Capítulo Geral 27 (CG27) “A Pastoral Juvenil Salesiana Quadro Referencial”.

Em um primeiro lugar foi exposto o processo de elaboração desse acurado trabalho de reflexão e de proposta teológico-salesiana, que precedeu e iluminou toda a parte metodológico-operativa da Pastoral Juvenil Salesiana (PJS). Elemento chave indispensável foi radicar a caminhada da Pastoral salesiana naquela da Igreja.

Por isso, a pedido do CG26 (2008), foram interpelados todos os Centros de Estudo da Congregação; os Centros Nacionais de Pastoral Juvenil; os Centros de Formação Permanente, mais os Salesianos especialistas na matéria; cada Inspetoria, com a contribuição de todos os Conselhos Inspetoriais e de uma Equipe (30 pessoas) que elaboraram a redação da presente edição. Privilegiou-se o estilo e a linguagem própria das Constituições Salesianas, pastoral e espiritualmente mais envolvedora, tudo iluminado por um fio condutor e pelo ícone da Palavra de Deus.

Em segundo lugar foi apresentada a articulação interna do documento, que seguiu uma abordagem pastoral que se sente muito bem numa contextualidade eclesial avivada e ativada. Nas primeiras páginas do texto se expõem tanto as implicações da centralidade da evangelização nas propostas formativas e nas práxis pastorais das obras salesianas quanto a união harmônica de educação e evangelização. O mesmo conjunto metodologico do planejamento pastoral foi repensato sob nova perspectiva.

Descobre-se assim uma Espiritualidade Juvenil Salesiana centrada no jovem, especialmente no jovem mais necessitado, e se relevam a coragem e a capacidade de proposta pastoral e de testemunho na Comunidade Educativo-Pastoral. O futuro pois desta deverá contar necessariamente com a corresponsabilidade entre salesianos e leigos.

1_13_10475_13086“Não se trata de acrescentar ou modificar algumas coisas. Trata-se antes de recentrar os processos da educação à fé como missão da nossa Congregação – explicitou o P. García –. Quer-se além disso pensar concretamente nas diversas obras e serviços, e restituir uma autêntica capacidade de formação ao educador salesiano, religioso e leigo, e uma formação que vise a missão”.

É necessário estar dispostos a repensar as impostações pastorais a partir deste grande esforço de síntese, tentando caminhos com que construir uma proposta educativo-pastoral salesiana, aceitando outrossim quer as lógicas da criatividade, da riqueza dos diversos contextos, quer também da avaliação que precisa ser permanente.

O volume articula o patrimônio salesiano num instrumento útil, dirigido, antes de tudo aos Salesianos, mas também a todos aqueles que assumem uma responsabilidade dentro da missão educativo-evangelizadora. É, esses texto, o ápice do trabalho pastoral feito nos últimos cinco anos; mas é também ponto de partida para toda uma série de opções, empenhos, perspectivas, caminhos de desenvolvimento de quanto foi elaborado e amadurecido até agora.

Pode-se ver uma animação dos ícones em ANSChannel. Pode-se também baixar o PDF do Quadro Referencial do sítio sdb.org

quarta-feira, 5 de março de 2014

CG27: Cerimónia das Cinzas e primeiros requisitos regulamentares

(ANS – Roma) – Nesta quarta-feira de Cinzas, a Eucaristia esteve presidida pelo Bispo Salesiano D. Mario Toso, Secretário do Pontificio Conselho de Justiça e Paz.

Mario Toso, Segre Pont COns Justiça e Paz cinças

A partir de hoje, quarta-feira, 5 de março, terceiro dia do CG27, o ritmo dos dias vai-se encaminhando para o ordinário. Os Capitulares se reúnem pela manhã para a oração, divididos por grupos linguísticos, e o programa dos trabalhos já se apresenta assaz configurado relativamente aos tempos e às modalidades de realização. Ontem, entretanto, procedeu-se prenchendo algumas primeiras exigências regulamentares.

Fez-se antes de tudo a apresentação dos Secretários nomeados, segundo os Regulamentos Gerais, pelo Reitor-Mor. São eles: P. Gino Berto, P. Igino Biffi, P. Daniel Cucchi e P. Francisco Marcoccio, que já, desde ontem, compõem a Mesa da Secretaria.

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Sucessivamente, a Assembleia procedeu à eleição dos três Moderadores, dentre uma lista preparada pelo Presidente da Assembleia, lista que trazia um representante para cada Região.

Foram eleitos:

  • o P. Leonardo Mancini (Inspetoria da Itália Central – Região Itália-Oriente Médio);
  • o P. Raphael Jayapalan (Inspetoria da Índia-Madrasta – Região Ásia Sul);
  • o P. Manuel Jimenez (Visitadoria da África Tropical Equatorial – Região África-Madagascar).

Durante o dia a Assembleia abriu espaço para duas falas que, no dia anterior, por falta de tempo não poderiam ser ouvidos adequadamente. Como prometido pelo Regulador durante a cerimônia de abertura na manhã de segunda-feira, dois capitulares, P. Enrico Stasi, Inspetor nomeado para a Itália Piemonte-Vale d’Aosta, e o P. Onorino Pistellato, Superior da Circunscrição da Ucrânia Greco-Católica, passaram a ler as mensagens aos Capitulares enviadas pelos Salesianos Cooperadores e, em nome de toda a Família Salesiana, pela Responsável das Voluntárias de Dom Bosco.

Nem faltou um momento estritamente jurídico, dedicado ao conhecimento do trabalho realizado pela Comissão para o Exame das Atas de Eleição dos Delegados e Suplentes ao CG27, feitas nas respectivas Inspetorias e Visitadorias. A Comissão,constituída pelo Secretário Geral, P. Marian Stempel, pelo Procurador Geral, P. Francesco Maraccani, e pelo P. Saimy Joseph Ezhanikatt, pediu à Assembleia para proceder à “sanatio” de alguns casos – todos de caráter formal –, ao que a Assembleia anuiu.

Publicado em 05/03/2014

CG27: P. Américo e P. Adolfo no Capítulo

Por fim chegaram as fotografias que testemunham que é verdade que o o nosso Provincial P. Américo e o nosso Delegado ao CG, P. Adolfo estão participando no Capítulo.

As fotografias nos mostram aos dois capitulares de Moçambique junto ao Reitor Mor: fotografia histórica!

Noutra fotografia vemos ao P. Américo na abertura oficial do Capítulo Geral e ao P. Adolfo na celebração Eucaristica de toda a assembleia Capitular.

Ficamos contentes em vê-los e continuamos a rezar pelo bom andamento do Capítulo Geral 27.

rmor e dois deolelg mozamerico padre adolfo