sábado, 22 de novembro de 2014
“Quanto mais conhecemos a nossa história tanto mais amamos a nossa FS”
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Aberto o Congresso Histórico Internacional do Bicentenário
O Congresso abriu-se com as boas-vindas, pelo P. Francesco Cereda, Vigário
do Reitor-Mor, e da Ir. Grazia Loparco, Historiógrafa das Filhas de Maria
Auxiliadora (FMA). “Dom Bosco, buscou dar respostas cada vez mais pertinentes
às novas necessidades dos tempos; (…)
Procuraremos descobrir neste Congresso qual o tipo de desenvolvimento se teve
acerca do carisma de Dom Bosco; desta feita, o nosso Congresso abre-se para o
futuro” – disse o P. Cereda, sublinhando igualmente como todo o Congresso tenha
sido organizado em plena comunhão entre SDB e FMA.
Recitadas as Vésperas do dia, o Reitor-Mor, P. Ángel Fernández Artime deu a
boa-noite: encareceu vivamente que todos uma vez de volta à própria Casa em
suas Inspetorias utilizem todos os instrumentos possíveis para partilhar quanto
cá se vive neste Congresso; e fez também votos por que, neste Ano Bicentenário,
também através do Congresso, se “torne mais clara a nossa identidade
carismática, eclesial e de discipulado à sequela do Senhor Jesus”, para “tornar
mais forte e segura uma nova fase da vida salesiana”.terça-feira, 1 de abril de 2014
CG27: 80° Aniversário da Canonização de Dom Bosco: 80 anos para todos!
Já 80 anos são passados desde que a Santidade de Dom Bosco teve o reconhecimento oficial pelo Papa Pio XI – que o havia conhecido pessoalmente. É uma santidade universal: “Dom Bosco e o seu Sistema Educativo – disse o Cardeal Amato – fazem parte, é claro, da identidade salesiana; mas não são de nossa exclusiva propriedade, não são ‘coisa apenas nossa’. Dom Bosco não é somente o santo dos salesianos: é Santo da Igreja, assim como o seu Sistema Preventivo”.
O Cardeal referiu outrossim a sua experiência pessoal, experiência que lhe permitiu verificar não somente a estima e a admiração por Dom Bosco – e por aquilo que os salesianos fizeram e fazem em todo o mundo –, mas também recordou os testemunhos oferecidos agora pelo Papa Francisco e, antes, pelo Papa Bento.
E se “a bondade de um carisma na Igreja se mede sobretudo pela santidade que ele consegue fazer florescer entre os consagrados”, sua bondade encontra confirmação antes de tudo no número significativo daqueles que na FS possuem já um reconhecimento entre Santos, Bem-aventurados, Veneráveis e Servos de Deus.
A bondade do carisma encontra confirmação também no bem operado dia após dia por todos os Salesianos e, referindo-se ao episódio da cura do paralítico, no Evangelho do dia, afirmou: “Para nós o gesto de cura de Jesus é (…) a um só tempo também o gesto da vossa mão, que soergue os jovens do desconforto e da tristeza, para os restituir à esperança, à confiança, ao futuro”.
É um bem, esse, que se realiza no mundo, bem que deve ser conhecido e valorizado.
E alegrou-se o Purpurado: “Este é o vosso apostolado. Leio com atenção e edificação o «Boletim Salesiano», verdadeira agência de boas notícias, porque reporta o grande bem que fazem os Salesianos no mundo”. E relatou alguns exemplos que provêm da Suazilândia, Nigéria, Polônia.
Recordando que “já não são poucos os salesianos Bem-Aventurados ou Veneráveis” – o Cardeal Amato concluiu confiando uma tarefa-de-casa: “Exigem-se os milagres para que se possa proceder à sua beatificação e canonização. É este o dever que esses nossos Servos de Deus confiam a todos os nós: dirigir-se à sua intercessão para podermos proceder à sua beatificação e canonização”.
De aqui mais uma tarefa: “fazer conhecer e a valorizar os nossos Santos – verdadeiros tesouros da ‘nossa’ Família”.
quinta-feira, 20 de março de 2014
terça-feira, 18 de março de 2014
segunda-feira, 17 de março de 2014
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Assim foi o primeiro Natal no Oratório de Valdocco
(ANS – Roma) – Segundo afirma o P. Lemoyne, isso se deu pela primeira vez na Solenidade da Imaculada ano 1846. Nesse mesmo ano, Dom Bosco pediu e obteve do Papa Pio IX a graça de poder distribuir a Santa Comunhão no Natal, durante a Missa da Meia-Noite. A licença, em dissonância com os hábitos litúrgicos do tempo, foi renovada também nos anos seguintes e se transformou numa autêntica tradição, que marcou a Celebração do Natal na Casa-mãe de Valdocco e, em seguida, também nas outras casas da Sociedade (cf. MB IV,531; VIII,50).
Esta a narração daquele primeiro Natal, em Valdocco, marcado pelo toque alegre e límpido de um sino abençoante…
Enorme foi a afluência, instilando no ânimo dos seus pequenos amigos, sentimentos de grande ternura para com o Divino Infante. Estando Dom Bosco só de sacerdote, nas tardes dos nove dias confessava a muitos que no dia seguinte queriam comungar. Pela manhã, ia à igreja bem cedinho a fim de oferecer essa comodidade aos aprendizes que deviam encaminhar-se ao trabalho: celebrada a S. Missa, distribuía a SS. Eucaristia; depois pregava; em seguida, feito o canto das Profecias por alguns catequistas que ele preparava, dava a Bênção com o SS. Sacramento.
Já dentro daquela Noite memoranda, depois de confessar até às 11, cantou a Santa Missa, distribuiu a Comunhão a várias centenas de pessoas. Finda a função, comovido até às lágrimas, se ouviu exclamar: Que felicidade: parece-me estar no céu! Distribuído ainda um lanche aos pequenos, encaminhava-os para casa, para dormir.
Ele no entanto, depois de poucas horas de sono, voltava à igreja, esperando pelo grupo mais numeroso que não tinha podido assistir à Solenidade na noite: confessava, celebrava as outras duas Missas, distribuía a Comunhão, retomando em seguida todas as suas multíplices ocupações dos dias festivos.
Foi assim que por muitos anos se celebrou a Novena e a Festa do Santo Natal em Valdocco, até o dia em que Dom Bosco pôde ter em casa outros seus sacerdotes para ajudá-lo (MB II, 582-584).
Estréia do Reitor Mor para 2014
Como vem sendo tradição desde Dom Bosco, apresentamos o cartaz oficial que mostra o lema e o empenho que toda a família salesiana vai realizar neste ano em que iniciaremos no mês de Agosto as celebrações do Bicentenário do nascimento de Dom Bosco.
A vivência da ESPIRITUALIDADE DE DOM BOSCO é o desafio que nos lança o Reitor Mor como dom a oferecer aos jovens, à Igreja e ao mundo.
Feliz Ano Novo a toda a Família Salesiana e a todos os jovens!
Que Maria Auxiliadora e Dom Bosco nos acompanhem nesta peregrinação para a santidade!
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
A experiência de um antigo aluno de Dom Bosco
No processo de canonização de D. Bosco encontramos o testemunho de João Bisio: «Fiquei impressionado ao ler o Jovem Cristão [folheto de orações e reflexões para rapazes], escrito por D. Bosco. Terminado o serviço militar, informei-me sobre D. Bosco, valendo-me de um sacerdote da minha terra. Descreveu-mo como um santo. Quis conhecê-lo. Apresentei-me a ele e admirei os seus bons modos e as belas e santas palavras que me dirigiu. Alguns meses depois, em 1864, fui para o Oratório. D. Bosco tinha um dom especial para atrair o afecto dos jovens, sobretudo dos mais pobres. Posso dizer que era um íman para os corações dos jovens. Quando entrei no Oratório, os jovens internos eram mais de 600» (Teresio Bosco, Don Bosco visto da vicino).
Durante os primeiros meses de vida em Valdocco, João observa com atenção a atitude de D. Bosco com os rapazes: «Ao dar os avisos para o bom funcionamento do Oratório, D. Bosco usava sempre palavras de caridade; pedia-nos sempre para fazer as coisas que ele desejava; e nós, pelas belas palavras que usava, sentíamos prazer em obedecer mais por amor do que por temor» (ib).
D. Bosco era amado e estimado não só pelos seus rapazes. Também as pessoas de fora do Oratório gostavam dele. Por vezes João Bisio acompanhava D. Bosco nas suas viagens pelo Piemonte; nas terras, ao passar D. Bosco, muitas pessoas ajoelhavam-se para receber a sua bênção; outros aproximavam-se e apresentavam-lhe os seus filhos mais pequenos para que os abençoasse. «Parecia justamente Jesus de Nazaré no meio dos meninos, escreve Bisio (MBe XVIII, 497).
João Bisio recorda em particular a capacidade de diálogo deste padre. Um hebreu de cinquenta anos, manifesta-lhe um dia o seu desejo de conhecer D. Bosco. João acompanha-o até D. Bosco. «Eu não sei o que se passou entre eles, mas, ao sair do Oratório, aquele hebreu disse-me que, se em todas as cidades tivesse existido um D. Bosco, todo o mundo ter-se-ia convertido. Sabia dizer aos que se aproximavam palavras eficazes, belas e edificantes. Isto explica também como os jovens ficavam tão ligados a ele e como conseguia torná-los bons» (MBe VII, 36).
D. Bosco utilizava a sua capacidade de diálogo para ajudar os jovens a salvar a sua alma. Mas não só os jovens: «posso-vos dizer que muitas vezes D. Bosco era chamado à cidade para confessar pecadores doentes e pessoas relutantes em se confessarem. No regresso quando lhe perguntava, ele respondia: “Essa pessoa confessou-se”». (MBe VI, 42).
Muitas pessoas aconselhavam D. Bosco a limitar a aceitação de jovens no oratório. Eram numerosas as obras empreendidas. Até a Mãe Margarida lhe tinha dito: «Não fazes mais nada do que aceitar rapazes, mesmo sabendo muito bem que não há espaço». Um dia também João Bisio fez notar a D. Bosco que eram excessivos os gastos para manter e acolher tantos jovens, «mas ele respondeu-me que no Oratório havia uma fonte [a Providência] que deita sempre marengos [moedas de ouro], e que por falta de dinheiro nunca tinha deixado de aceitar jovens pobres. Foi sempre andando aos tropeções, mas o Senhor proporcionou-lhe sempre os meios para salvar os jovens pobres e para realizar muitas boas obras» (Don Bosco visto da vicino).
D. Bosco não guardava nada para si mesmo. Um dia um benfeitor levou ao Oratório algumas camisas novas, muito bonitas e bem feitas, para dar de presente a D. Bosco. Conta João Bisio: «No sábado já à noite coloquei uma daquelas camisas na cama de D. Bosco. Mas com surpresa encontrei-a na manhã seguinte no mesmo lugar. Ao encontrar-me com ele, disse-me: - Bisio, estas camisas são para ser dadas a um pobre sacerdote? - Se não forem, disse eu, para quem serão, a quem as devo dar? – Dá-as a quem se dê à boa vida».
João era feliz por estar no Oratório. A estima e afecto que nutria por D. Bosco levaram-no a ficar. Mas em 1871 deixou o Oratório para regressar a casa para cuidar dos seus pais. Acabou por se tornar um comerciante inteligente e próspero. Casou-se e tornou-se pai. Mas não esqueceu os anos passados ao lado de D. Bosco, porque ele confiava unicamente na Providência.
Em 1880 a mulher de João ficou gravemente doente do coração. Os médicos não lhe davam esperança de que se curasse. A João restava uma última possibilidade: pedir a D. Bosco uma bênção. A mulher estava de acordo. D. Bosco aceitou, acolheu-a, levantou-lhe o ânimo e assegura-lhe que se curará. «Realmente, viveu ainda mais 15 anos para admiração dos médicos que a tinham acompanhado» (MBe XIV, 578-579).
João não duvidou de D. Bosco nem sequer no final da sua vida: «Visitei-o uns meses antes da sua morte, acompanhei-o desde o refeitório até ao seu quarto, depois da refeição. Disse-me que as suas forças estavam esgotadas e admirei a paciência e a sua resignação». (Don Bosco visto da vicino).
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Lembrando uma grande mãe: Margarida Occhiena
«15 de Novembro de 1856, Mamãe Margarida adoece. Uma violenta pneumonia manifesta-se logo mortal para os seus 68 anos, já minados de tanto trabalhar.
O heroísmo dessa grande mulher que está se apagando foi todo feito à base de remendar trapos, ceifar feno e trigo, lavar roupas e panelas. Entretanto, nesses humildes serviços, havia a fortaleza de jamais se cansar, a confiança na Providência. Enquanto descascava batatas, fazia polenta, brotavam-lhe dos lábios os ensinamentos da fé, o bom senso práticos, a suave bondade da mãe.
Foi dela que Dom Bosco aprendeu o seu sistema educativo. Foi ele o primeiro a ser educado com razão, religião e bondade. A Congregação Salesiana foi embalada nos joelhos de Mamãe Margarida, que agora vai-se apagando como vela.
Expira às três da madrugada de 25 de Novembro.» (Teresio Bosco, ‘Dom Bosco’, pp 332s)
Cada 25 de Novembro a Congregação Salesiana lembra com gratitude a presença de Mamãe Margarida na vida de Dom Bosco e na fundação do nosso carisma.
Como gratitude, hoje, dia 25, em todas as comunidades salesianas rezamos na Eucaristia por todos os pais e mães falecidos dos salesianos. Descansem em paz!
Mamãe Margarida, continua a cuidar dos teus filhos!
domingo, 21 de julho de 2013
Dom Bosco: nada te perturbe no caminho
sábado, 20 de julho de 2013
Dom Bosco: A minha maneira de ser e de trabalhar
sexta-feira, 19 de julho de 2013
D.Bosco, os jovens e o Sistema Preventivo
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Sejam corajosos!
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Para os meus meninos eu exigo justiça!
terça-feira, 23 de abril de 2013
Eu era um garotinho vivo e atento
terça-feira, 19 de março de 2013
Dom Bosco e o Papa
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Encontrada mais outra carta desconhecida de Dom Bosco
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| Imagem da nova carta encontrada |
Benemérito Sr. Advogado,
Não pretendo convidá-lo à importância total; antes, qualquer coisa V. Sria., neste caso excepcional, entenda fazer, eu o considerarei sempre como um insigne ato de caridade a ser recebido com a máxima gratidão.
Em todo o caso, suporte V. Senhoria a minha liberdade, e eu lhe asseguro que além das comuns orações não deixarei eu mesmo de recorda-lo todas as manhãs na Santa Missa, a fim de que V. Sria., a Sra. sua Esposa e toda a Família, sejam sempre abençoados por Deus e vivam longamente felizes com o precioso dom da perseverança no bem.
da Vossa Sria. Benemérita
Obr.o Servidor
Sac. João Bosco
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
O Reitor Mor ao BS: O Salesiano Cooperador (2ª parte)
Os cooperadores de Dom Bosco
O ‘Colaborador/Cooperador’ salesiano abrangia uma categoria diversa de pessoas: os cooperadores com promessa, os que o apoiavam economicamente, os simpatizantes. O P. Pascual afirma que era bom ‘recuperar esta intuição genial de Dom Bosco, potenciada pelo Padre Rua e sucessores, que tornou possível a difusão mundial da Obra salesiana’.
| Dom Bosco numa das suas conferências aos Cooperadores |
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
O Reitor Mor ao BS: O salesiano Cooperador (1ª parte)

| Sendo adolescente teve de sair de casa 'pedindo' ajuda em Moncucco |
« Com a capa e uma bandeja de prata nas mãos fez um giro pela igreja pedindo. Durante a operação aconteceu um incidente digno de relevo. Um operário, no ato de Dom Bosco apresentar-lhe o prato, virou o rosto para o outro lado, levantando grosseiramente os ombros. Dom Bosco, adiantando-se, disse-lhe com toda a amabilidade: "Deus o abençoe". O operário, então, pôs a mão no bolso e colocou uma pequena moeda na bandeja. Dom Bosco, fixando-o, disse-lhe: "Deus o recompense". O outro, refeito do gesto, oferece duas moedas. E Dom Bosco: "Ó, meu caro, Deus o recompense sempre mais". O homem, tendo ouvido isso, tira fora o porta moedas e oferece um franco. Dom Bosco dirige-lhe um olhar cheio de comoção e vai adiante; mas, o homem, como que atraído por uma força mágica, segue-o pela igreja, vai até a sacristia, sai atrás dele pela cidade e não deixa de estar perto dele, enquanto não o vê desaparecer» (Memórias Biográficas XV, 63).
















