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quarta-feira, 25 de março de 2015

Escola Paroquial Comunitária São João Batista de Moatize abre Dia Mundial de Saúde Oral

A Escola Paroquial São João Batista de Moatize foi escolhida para abrir as comemorações do Dia Mundial da Saúde Oral de 2015, na sexta-feira, dia 20 de março. Com o lema “Criança sorridente, escola feliz” as festividades aconteceram no campo de futebol da Missão Salesiana e reuniram mais de mil crianças, entre alunos da escola e das localidades vizinhas, além de pais de alunos e funcionários.


A cerimônia contou com a participação do governador da Província de Tete, Paulo Auadi, da administradora do distrito de Moatize, Elsa da Barca, entre outras autoridades. Uma oração inicial foi feita pelo vigário da Paróquia São João Batista, Pe. Rogélio Arenal e, em seguida, jovens da comunidade paroquial encenaram uma peça em que mostraram a necessidade da higienização oral.

Crianças lotam campo de futebol da Missão Salesiana

Jovens encenam peça sobre higienização bucal

autoridades visitam exposições alusivas ao dia

terça-feira, 15 de julho de 2014

CELEBRAÇÃO DO CRISMA EM CHIÚRI

Foi com muita alegria que a Comunidade Paroquial de Chiúri recebeu a visita pastoral do Senhor Bispo Dom Luis Fernando Lisboa entre os dias 30 de Junho a 6 de Julho. Acompanhado pelo Pároco e pelo Animador da Comunidade passou visitando os cristãos, culminando com os crismas.

Ao total dos confirmados durante uma semana nas comunidades e na sede da paróquia foram 1.400!.

Todos os cristãos, no último dia da visita, na sede da paróquia, puderam testemunhar a confirmação dos irmãos, e entre eles estavam as duas meninas vocacionadas das Filhas de Maria Auxiliadora (a Celina e a Vânia).

No fim da Celebração Eucarística seguiu-se o momento da confraternização com todos os crismados. Bem haja à Paróquia de Chiúri.

Ir. Inácia Muchanga, Fma

O Bispo de Pemba preside a cerimónia alguns crismandos DSC06694blog DSC06698 blog Ir Inácia com alguns crismandos Não podia faltar o bolo convidado

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Notícias da Missão do Chiúre (Cabo Delgado) das FMA

DE FESTA EM FESTA EM FESTA CHEGAREMOS AO PARAÍSO

MÃE AUXILIADORA: O 24 de Maio em Chiúre foi um dia celebrativo muito forte, é a festa da mãe Auxiliadora: a procissão com andor rezando e cantando o terço iníciou as 17.30, cantando com a presença das ADMAS e o povo Cristão. De seguida tiveram a eucaristia presidida pelo senhor paróco.Pe. Frederico diocesano de pemba, e durante a celebração 4 aspirantes fizeram as promesas de pertença a Associação das Devotas de Maria Auxiliadora. Foi uma celebração linda, bem participada e vivida. Depois da celebração seguiu se o copo de água servido pelas Filhas de Maria Auxiliadora. Maria é verdadeiramente nossa mãe e guia.

 

FEIRA DO EMPREENDEDORISMO EM CHIÚRE: Uma iniciativa promovida pela direção distrital de eduação em Chiure, onde estiverarm a participar várias escolas do distrito cada uma com uma especialidade , e a Escola Dom Bosco fez se presente levando alguns trabalhos manuais: de vassouras envelopes, patinhos corte e costura etc, estes são realizados com os alunos da 7 classe com o objectivo de engariação de fundo. O trabalho desenvolve a sociedade.

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GRATIDÃO É A MEMORIA DO CORAÇÃO: “o Sopro do teu Espirito nos torna fecundos...” foi o lema que orientou toda a preparação e realização da festa. Todas as FMA em Moçambique física ou espiritualmente se reuniram em Chiúre no dia 31 de Maio, para, em torno da Ir. Pa Cristina Langa e reciprocamente, dizer OBRIGADA  pelo dom que cada uma é.

A festa aconteceu num clima de muita  alegria típica salesiana e ninguém faltou: Comunidades educativas das nossas presenças, destinatários, Antigos alunos, ADMAS. E todos unânimes em dizer obrigada à  irmã Paula pelo serviço de animação na inspectoria.

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CRIANÇA FLOR QUE NUNCA MURCHA

Escola comunitária Dom Bosco não deixou de preparar e participar dos festejos do dia 1 de Junho, pais e encarregados de educação se fizeram presente junto dos seus filhos, que lindo celebrar esse dia é reconhecer os direitos , deveres e o papel da criança na sociedade. Jesus disse deixai vir a mim asa crianças.

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Ir. Emília inácia

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Festa dos núcleos da paróquia S. José de Lhanguene

No 15 de junho de 2014 a paróquia são José de Lhanguene viveu momento muito singular  porque juntou a solenidade da Santíssima Trindade com a festa dos núcleos da paróquia.

A paróquia tem 23 núcleos, mais o Lar s. José, e o núcleo da equipa missionária dos religiosos, assim sendo tínhamos 25 grupos  ou seja núcleos,  dos quais  estiveram todos presentes. A Missa começou as 8h, tendo como celebrante o pároco Pe. António Tallón, e concelebraram na mesma o Pe. Pedro Meia, vigário paroquial, Pe. Rafael,  director da casa provincial, Pe. Leal e o Pe. Pedro Garcia,  ecónomo provincial.

Seguiu-se o momento de jogos preparados pelos animadores e pelas 13 horas foi o almoço partilhado, onde cada núcleo tinha preparado o seu farnel.

Depois do almoço houve momento da recreação,  fazendo participar a todos núcleos nos jogos em vista a ganharem prémios.

A festa terminou  ás  16 horas  com as palavras do pároco desejando boa continuação da festa e que Deus lhes abençoe e lhes dê mais força para viverem unidos  como a  família de Nazaré.

Responsável local pela comunicação social, Julai,sdb

(n.d.r: Desculpem a má qualidade das fotos, mas são as que nos enviaram)

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quinta-feira, 12 de junho de 2014

11 Junho: dia missionário salesiano mensal

555062_10151008396778746_385186278_n C arissimos amigos!
O mês de junho
está todo voltado ao
Coração misericordioso
– e missionário – de
Jesus. Neste mês pedimos a Ele mais zelo
apostólico na Europa salesiana! É verdade,
a média de idade continua a crescer no
‘Velho Continente’. Mas isso não pode
tornar-se motivo para arrefecer o ‘da mihi
animas’!
Numa das tantas comunicações que recebo
de irmãos religiosos, perguntou-me faz dias
um desses coirmãos salesianos, com mais de
setenta anos, se havia algum limite de
idade para ser enviado como missionário 'ad
gentes'. Respondi que não se pode pôr
limites. Nem à missão. Nem à Providência!
Visitando Moçambique, encontrei-me em
Maputo com o Sr. Pedrosa, SDB, 81 anos,
nacionalidade portuguesa e em missão
desde 1968. Sente-se feliz porque em todo
fim de semana – depois de suas inúmeras
atividades diárias pela semana – pode virar
catequista para diversos grupos de jovens.
Por outro lado, o Capítulo Geral 27 constata
“que a oração e a oferta vitimal da vida,
feita pelos salesianos idosos ou doentes são
verdadeiro apostolado com e para os
jovens: eles continuam sendo parte ‘ativa’
da comunidade que vive o ‘da mihi
animas’. As comunidades estão se
empenhando – de fato – por não excluí-los
da missão”. Ninguém, pois, se sinta na...
“garagem” da missão.
A vós e à vossa assídua oração, ó caríssimos
irmãos nas enfermarias da Congregação,
confiamos todos os missionários. E, neste
mês, especialmente os Salesianos na
Europa. Obrigado!
P. Guillermo Basañes SDB
Conselheiro para as Missões

Mais de 5 milhões de menores forçados a trabalhar

Fotos do artigo -ESPANHA – MAIS DE 5 MILHÕES DE MENORES FORÇADOS A TRABALHAR

(ANS – Madri) – São mais de 168 milhões as crianças que trabalham em todo o mundo. Um dado que se reduziu nos últimos anos, mas com o qual “não podemos estar satisfeitos, porque o lugar adequado para uma criança é a escola e o parque de diversão” – afirma Ana Muñoz, porta-voz da Procuradoria Missionária Salesiana, de Madri. Por trás dos números escondem-se histórias verdadeiras de infâncias fenecidas, rostos de crianças que nunca prepararam uma bolsa para ir à escola...

Os missionários salesianos operam nos mercados, nos arredores das olarias, em todos aqueles lugares onde milhões de crianças trabalham todos os dias. “Falam com os patrões e as famílias para ajudá-los a compreender a importância para as crianças do fato de poderem ir à escola todos os dias e disporem de um tempo para brincar” – acrescenta a Sra. Muñoz. Em muitos casos, os religiosos montam escolas ‘noturnas’, para permitir que estudem também os trabalhadores de menor idade.

Muitas são as causas do trabalho infantil: pobreza, falta de educação, famílias desestruturadas, tradições locais...: as crianças são mão-de-obra barata... “E são também trabalhadores silenciosos, porque não têm consciência dos seus direitos” – acrescenta a porta-voz da Procuradoria Missionária de Madri.

Um nível ulterior de gravidade é o trabalho forçado. Perto de 5 milhões e 500 mil crianças no mundo trabalham sob imposição: é trabalho forçado. Crianças obrigadas a trabalhar, exploradas e em muitos casos verdadeiras escravs. Foram encontradas crianças até nas minas, nas fábricas têxteis, nas olarias, nas grandes fazendas agrícolas; ou como escravas domésticas. Em muitos casos tornam-se vítimas de comércio de seres humanos: uma realidade de mais de um milhão de menores no mundo, segundo a Organização Internacional do Trabalho.

segunda-feira, 3 de março de 2014

“Olhar mais além” em Moatize

Abertura do ano pastoral 2014, sob o tema: «Olhar mais além»

Missão-Paróquia de S. João Baptista - Moatize

À semelhança dos anos anteriores, a Missão-Paróquia de S. João Baptista assinalou, na sua sede, a abertura do ano pastoral 2014, com dois dias de encontro, reflexão e partilha, que envolveu cerca de 80 participantes provenientes das diversas comunidades, nos dias 7 e 8 de fevereiro.

A reflexão do primeiro dia versou sobre o tema que irá ser tratado no próximo Sínodo dos Bispos, isto é, sobre a «família». Dado a sua grande importância e atualidade, o diretor da obra salesiana em Moatize, P. Francisco Lourenço, partindo dos últimos documentos e reflexões do Magistério da Igreja sobre o tema em estudo, e da sua própria experiência como missionário e pároco da missão, ocupou a manhã e início da tarde, com a apresentação dos «Desafios pastorais da família» nos nossos dias, seguido de trabalhos de grupo e plenário. Para concluir a reflexão deste primeiro dia foram convidados, o coordenador regional do «Movimento Família e vida», Sr. Silvestre Janeiro, e o responsável da comissão deste mesmo Movimento na paróquia de Matundo, Sr. Manuel Jone. Entre ambos apresentaram, respetivamente, algumas questões práticas contempladas no «Código Civil» do país, nomeadamente, no que respeita ao matrimónio e à família, e a experiência prática de implementação e funcionamento deste Movimento a nível do conselho regional e na paróquia de Matundo, abrindo espaço para uma sessão de esclarecimentos, que a todos envolveu.

O segundo dia foi dedicado ao tema: «Conhecer e viver a espiritualidade de D. Bosco», com a apresentação do Lema do Reitor-mor, P. Pascual Chávez, e do Tema do ano pastoral 2014. Após um momento de oração e de contextualização histórica, o P. Jorge Bento, coordenador de pastoral da obra, apresentou o lema proposto, este ano, pelo Reitor-mor para toda a Família Salesiana: «Aprofundemos a experiência espiritual de Dom Bosco, para caminhar na santidade segundo a nossa vocação específica», seguido do tema pastoral que irá orientar as atividades locais no presente ano de 2014, intitulado: «Olhar mais além». Assim, partindo de três pontos de orientação: «a alegria de acreditar», «a espiritualidade de D. Bosco» e «os nossos desafios pastorais», foram delineadas as linhas de ação que serão colocadas em prática nos diversos ambientes da nossa atividade pastoral.

O encontro destes dois dias de formação de animadores e catequistas, que assinalou o início do ano pastoral 2014, terminou com a celebração da Eucaristia e o almoço, colocando nas mãos de Deus, através de Maria, o nosso desejo de «Olhar mais além», sob a inspiração de D. Bosco, de quem somos convidados, no presente ano, a «aprofundar a sua experiencia espiritual para caminhar na santidade», acreditando e servindo o Senhor com alegria!

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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Emaus imparte formação aos catequistas do Sabiè

 CIMG9566 No Centro de Espiritualidade de ‘Emaús’, da obra salesiana de Matola, realizou no sábado e domingo, 15/16 de fevereiro de 2014, o primeiro curso de formação a oito catequistas enviados pela equipa missionária do Sabié, paróquia rural que se encontra a 80 kms de Matola, no interior da Província de Maputo. Em todo momento, os catequistas foram acompanhados pela jovem irmã Cariely, das Filhas de Maria Mãe da Igreja, da comunidade do Sabiè.

O curso foi animado pelo salesiano da comunidade, P. Rogelio Arenal. O primeiro dia foi dedicado a olhar à pessoa do catequista, enquanto o segundo dia foi centrada a formação sobre o acto catequético e os catequizandos.

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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Novos Salesianos na festa de Dom Bosco

Dom Bosco,  no dia 31, tem mais 5 salesianos de Angola e mais 3 salesianos novos de Moçambique. Fizeram a sua Primeira Profissão Religiosa neste dia tão importante no coração do carisma salesiano. Obrigado Deus. Obrigado Dom Bosco.

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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Voluntários do Chile animam formação de animadores na Matola

A equipa de Voluntários do Chile, pertencentes à Fundação Missão Solidária-África: Mariela Araya (assessora jurídica), Maria Paz António (Psicóloga), Hernán Alburquenque (Engenheiro) e Mariela Castro (Educadora de crianças), após o seu trabalho realizado durante um mês em Inharrime, animaram durante os dias 23 e 24 de janeiro, um curso de técnicas de animação na casa dos salesianos de Matola.

Participaram no curso os aspirantes salesianos, jovens da Paróquia do Amparo e da comunidade cristã de Santa Maria, fazendo um total de 30 participantes.

Houve momentos formativos, de oração e, principalmente, de animação. O resultado foi valorizado muito positivamente por todos os participantes jovens.

  os 4 voluntariosanimação na Capela de Emaúsmomento formativo os participantes com os diplomas de participação

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Voluntarios do Chile trabalharam em Inharrime

MISSÃO SOLIDÁRIA ÁFRICA-CHILE

- Misión Solidaria Africa/Chile -

Durante o mes de Janeiro de 2014 um grupo de 4 voluntários chilenos: Mariela Araya (assessora jurídica), Maria Paz António (Psicóloga), Hernán Alburquenque (Engenheiro) e Mariela Castro (Educadora de crianças), que pertencem à Fundação Missão Solidária África, dirigida pelo salesiano sacerdote Ricardo Cáceres Lamas, realizou um trabalho na localidade de Inharrime, concretamente no internato de ‘Laura Vicunha’, dirigido pelas Filhas de Maria Auxiliadora.

O seu trabalho, visto que as crianças estavam de férias, foi o de criar murais e embelezar a escola primária para melhorar o ambiente externo das crianças.

Num segundo momento da experiência do voluntariado, realizaram trabalhos de formação para os agentes de pastoral da Paróquia São Maximiliano Maria Kolbe, animada pelos Padres Palotinos.

Com as Filhas de Maria Auxiliadora Numa comunidade cristã Noutra comunidade cristã Mural pintado para as crianças Outro mural pintado para as crianças

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

A Ir. Lúcia Nhantumbo, missionária a Tunisia!

Chegou a noticia esperada de saber qual era o destino missionário da ir. Lúcia Nhantumbo, missionária moçambicana e que se encontra em Roma desde Setembro para se preparar bem para a sua futura missão ‘ad gentes’.

Estão participando no encontro missionário formativo um total de 14 fma. E como vem sendo tradicional, perto da festa do Natal a Madre Geral Ir. Ivonne deu o destino missionário às suas irmãs. A Ir. Lucia foi destina ao país de Tunísia, que se encontra mesmo no norte de África, junto ao mar mediterráneo e que é um pais principalmente musulmano.  É uma missão difícil e que exige muita fé e coragem.

Desde Moçambique te acompanhamos Ir. Lúcia com a oração e o carinho.

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A Provincial Ir. Paula visita Chiúre

Uma Mãe que visita

A comunidade de Chiure, com muita alegria recebeu a irmã Paula Cristina entre os dias 13 a 18 de mês de Novembro.

As vocacionadas e toda a comunidade receberam-na com cantos danças e ofereceram uma carteira, saia e muito mais, feita pelas vocacionadas acima de tudo deram carinho e alegria. Não só esteve em casa, mais teve a oportunidade de se encontrar com os professores crianças de oratório.

No dia 18 foi com grande tristeza que tiveram que dizer adeus irmã até breve, mas satisfeita por aquelo que nos deixou que é o seu coração de mãe que sabe estar e partilhar.    

Irmã inacia, Fma

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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

O novo Bispo de Pemba visita as FMA de Chiúre

O Bom Pastor cuida das suas ovelhas.  Visita do  Bispo Dom  Luis Fernando

A  paróquia de Chiure no dia 29 de Novembro teve a primeira visita do Bispo, os cristãos com muito entusiasmo, carinho o receberam , alguns não O  conheciam. depois da recepção fez alguns encontros com os padres e leigos que sem muito tempo representaram toda a paróquia. O encontro terminou com a celebração eucarística. Todos saíram agradecendo a Deus  pelo dom que ele é para  a Igreja local, pastor que  apascenta, bem acha a Igreja de Pemba

Ir Emilia Inacia Fma

 

 

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Natal do doente em Chiúre

Com muita alegria e satisfação a comunidade das fma em Chiure aceitaram o convite  de participar  do natal do doente previsto para o dia 22 de corrente mês.

Celebrar o natal é recordar o Deus que se encarna, que vem salvar a todos e não só mas vem aliviar as nossas enfermidades do corpo e da alma.

A celebração contou com a participação de  todos os dirigentes do distrito, a sua  abertura contou com a colaboração das irmãs que  ajudaram a todos os presentes a  a participaram da oração que terminou com a adoração, e beijo do menino Jesus, de seguida foi a apresentação dos números, a  distribuição dos presentes aos doentes e por fim, as últimas palavras de agradecimento proferidas pelo director do Hospital. 

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Inácia Muchanga, Fma

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

P. Jorge, desde Portugal para Moçambique

Pe. Jorge Bento, proveniente da Inspectoria Salesiana de Portugal, vem enriquecer a nossa Visitadoria Salesiana de Moçambique com a sua pessoa. Acolhemo-lo com carinho e lhe desejamos uma feliz vida missionária salesiana entre nós.

Imagem18 O facto de me encontrar, hoje, ao serviço da missão salesiana em Moçambique, não é outra coisa senão, dar continuidade a algo que vem desde há alguns anos atrás, quando frequentava a escola primária e, portanto, quando tinha nove ou dez anos de idade.

Nessa altura, era frequente a passagem de alguns missionários pela minha paróquia, os quais organizavam diversos encontros com as pessoas da terra: com as crianças e adolescentes, jovens e adultos. Estes, com a sua alegria e entusiasmo, mostravam-nos aquilo que por lá faziam, em terras de missão: o contacto com as pessoas simples e pobres mas, também, as suas aventuras. Ora, aquelas histórias, deixavam-me sempre encantado, com o desejo de embarcar, também eu, na grande aventura! A semente estava lançada. Tal era o entusiasmo que, assim que os missionários pediram aos participantes para preencherem uma folha se gostavam de fazer uma experiência com eles, eu não deixei escapar a oportunidade!

Passado algum tempo, recebi uma carta em minha casa, dirigida à minha pessoa, com o meu nome, a direcção… foi uma alegria! Convidavam-me a fazer a tal experiência com eles… Contudo, as circunstâncias não se proporcionaram: a família de casa era grande e havia a reta intenção de dar a todos por igual. Um pouco desmotivado, lá me encarreirei seguindo os passos dos meus irmãos mais velhos, isto é, concluir a escolaridade obrigatória e procurar um trabalho para ganhar o pão de cada dia.

Assim sendo, terminei a escolaridade obrigatória – sexto ano – com os meus doze anos, e lá fui procurar um trabalho para me arranjar na vida! Comecei pela construção civil, dedicando os meus primeiros dois anos de trabalho. Ainda não tinha catorze anos quando mudei de ofício, isto é, deixei o cimento para trabalhar no ferro, numa serralharia civil, durante quatro anos. Durante este tempo surgiu a oportunidade de estudar à noite, depois do horário de trabalho, e assim concluí o nono ano de escolaridade. Após esta conquista, os horizontes foram-se abrindo e, uma vez mais, decidi avançar no terreno, tirando um curso de informática com perspetivas de um novo trabalho numa firma de instalações elétricas e de águas, ocupando-me do serviço de escritório e armazém. Entretanto, como cidadão português, chegou também o tempo de prestar o meu serviço nas Forças Armadas do país, com especialização de condutor.

Durante todos estes anos, fui mantendo sempre a minha proximidade com a paróquia, frequentando a catequese em preparação para o Sacramento da Confirmação e a Eucaristia dominical, participando nos encontros do Movimento Juvenil Salesiano, organizados pelas FMA que, entretanto, tinham aberto uma presença na minha própria terra.

Ao chegar quase ao final do serviço militar obrigatório, ao assistir às apresentações e ao testemunho de alguns missionários que voltaram a passar pela minha terra, a questão levantou-se novamente e, desta vez, havia que tomar mesmo uma medida séria, que fosse para além das aventuras sonhadas nos tempos de criança: fazer uma experiência com os missionários ou abandonar a ideia e optar, futuramente, pela vida de matrimónio. Assim, depois de entregar as minhas roupas no quartel e de me despedir das respetivas tropas em Lisboa, dirigi-me a Setúbal, ao encontro da Ir. Libânia, fma, antiga diretora da casa salesiana da minha terra.

Após os respetivos cumprimentos, expus-lhe seriamente o caso e as portas, as janelas e os caminhos abriram-se até aos dias que correm… fiz a experiência de aspirantado e pré-noviciado no Porto com os salesianos, completando o décimo segundo ano de escolaridade; fiz o noviciado em Vilarinho, Portugal. (Quando a formação sacerdotal) estive, depois, cinco anos em Roma, onde fiz a licenciatura em Teologia e o mestrado em Missiologia. Após este percurso formativo, iniciei a minha experiência missionária em Cabo Verde, onde estive os últimos quatro anos, e agora, claro, chegou a vez de Moçambique, após ter iniciado os contactos para efetuar o meu pedido ao Reitor-Mor para a vida missionária, durante o último ano da minha formação em Roma e primeiro do meu sacerdócio.

No dia doze de setembro, recebi das mãos do Vigário do Reitor-Mor, a carta de obediência que me destinava a este novo campo de missão que acolho de braços abertos, na esperança de poder levar a todos, e especialmente aos jovens mais pobres, «o Evangelho da alegria, mediante a pedagogia da bondade», tal como nos ensinou o nosso pai D. Bosco.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

P. Anton, um missionário esloveno em Moçambique

Pe. Anton Grm, é um salesiano missionário, o primeiro da Eslovénia entre nós, chegado há pouco mais de um mês para enriquecer com a sua pessoa a nossa Visitadoria de Maria Auxiliadora de Moçambique. O BS, em nome dos seus leitores, desejamos para ele uma boa e feliz vida missionária salesiana na nossa terra.

Imagem17 Nasci em Ljubljana, capital da Eslovénia, a 22 de março de 1965, e vivi a minha infância na vila de Videm - Dobrepolje. Em geral, a relação com a Igreja na minha realidade era uma coisa espontânea e normal mas, com o tempo, também mudava: às vezes crescia e às vezes diminuía.

Lembro-me de muitas coisas daqueles tempos: ser acólito, a minha primeira comunhão, a catequese aos sábados, a colaboração na construção e renovações da igreja e do centro paroquial, o crisma, os encontros de catequese do grupo dos jovens, verdadeiramente bonitos e enriquecedores.

De toda esta vivência, recordo com satisfação alguns momentos especiais: os retiros dos acólitos e os encontros com os missionários, organizados em forma de diálogo e realizados aos sábados à noite na capela da casa paroquial, a qual, era para mim, como a minha segunda casa. Recordo também, vivamente, os encontros quaresmais e a grande expectativa com que se preparava o canto do aleluia Pascal, tradição muito característica do meu país. Entretanto, formei-me como técnico de electricidade.

Depois da escola secundária, comecei a perceber mais profundamente a Igreja e a caminhada de fé que ela me apresentava. Neste contexto, seguiram-se muitas perguntas para as quais tentava encontrar as respostas de várias maneiras. Uma delas foi frequentar um curso teológico-pastoral, com a duração de três anos, na faculdade de teologia a Ljubljana, com o objetivo de aprofundar a própria fé, bem como de responder as necessidades da minha paróquia. Foi neste tempo que percebi, com mais clareza, a minha pequenez e o grande mistério que eu procurava desvendar. As minhas convicções pessoais foram crescendo e o imenso campo de acção foi-se reforçando nos encontros dos jovens aos sábados, com os quais fui percebendo que eles eram, também, o reflexo da minha procura.

A minha família vivia uma fé tradicional mas, a mais evidente, era a fé da minha avó. A minha profissão não me satisfazia em pleno, e algo me atraía para «iniciar um caminho» novo. Com o tempo, as etapas e as decisões que se seguiram foram uma surpresa, primeiro para mim mesmo e, depois, para a minha própria família e para os meus amigos mais chegados. Contudo, nada aconteceu de um dia para outro: antes de tomar uma decisão, por mais simples que parecesse, passava muito tempo, a fim de amadurecer a ideia, antes que esta se tornasse realidade. A experiência que estava a realizar, era para mim, um despertar aquela fé da minha infância, agora mais enriquecida e mais desafiadora. Muitas perguntas que eu me fazia, ficaram mais esclarecidas depois do meu serviço de voluntariado missionário no Brasil, entre os anos 2000-2003. A resposta que o Senhor esperou tantos anos de mim, começou a concretizar-se com a minha decisão de entrar em 2004, no aspirantado e pré-noviciado salesiano na Slovenija e, depois, no noviciado, seguido da minha primeira profissão religiosa, no dia 8 de Setembro de 2006, na Itália.

Desde os meus primeiros exercícios espirituais realizados em Želimlje, num então pequeno seminário salesiano, fiquei ligado a Dom Bosco. Por isso, fico feliz em perceber que, hoje, se está a realizar na Família Salesiana o que eu desejei, silenciosamente, todo este tempo, isto é, trabalhar para os jovens e com eles partilhar os dons de Deus, que nunca faltam. O caminho percorrido até agora está em subida e, apesar de tudo, olhando para traz, não tenho dúvidas que este é um grande dom de Deus.

Sinto que este ano tem para mim as suas exigências e passos importantes: depois de ter feito em 4 de Setembro de 2010 a profissão perpétua, de ser ordenado sacerdote em 26 de Junho de 2011 e de celebrar a minha primeira missa solene no dia 3 de Julho deste mesmo ano, tudo se apresenta bonito. No entanto, agora, de forma mais clara, vou percebendo que preciso muito da ajuda de todos os que comigo partilham a minha caminhada. De facto, sempre fui ajudado e, de um modo especial, nos meus dois primeiros anos de exercício do meu ministério sacerdotal, como capelão na paróquia de Trstenik, em Slovenija.

Este ano, no mês de Setembro, fiz a minha preparação missionária e, no dia 29 de Setembro de 2013, recebi o crucifixo e fui enviado para a Visitadora salesiana de Moçambique. Assim, após uma longa viagem, cheguei a Maputo no dia 15 de Outubro. Agora estou aqui, em casa, encontro-me feliz e agradecido a Deus por ser o que sou e disposto a fazer o que Ele quer de mim.

Peço a todos que rezem por mim, para que eu possa superar todas as dificuldades e desafios neste caminho da minha vocação missionaria, que tanto desejei realizar. Que seja tudo para a maior glória de Deus e a salvação da minha própria alma e das almas dos destinatários, especialmente dos jovens mais pobres.

Graças a Deus e a todos vós. Por intercessão de Maria Auxiliadora, peço para todos vós as maiores bênçãos, para que Ela vos acompanhe, vos sustente e proteja de todo mal.

Vosso Pe. Anton, que grita convosco: «Viva Dom Bosco!»

sábado, 30 de novembro de 2013

Entrevista a uma jovem missionária moçambicana

Imagem15A jovem Fma Ir. Lucia Nhantumbo saiu de Moçambique no passado mês de agosto para seguir a sua VOCAÇÃO MISSIONÁRIA ‘AD GENTES’.

Antes da saída, o BS teve a oportunidade de lhe realizar uma entrevista.

Ir. Lucia: como surgiu em ti a vocação missionária? 

Tudo partiu quando eu comecei a frequentar os ambientes salesianos. É verdade que eu já cresci em ambiente salesiano, mas quando frequentei a 8ª classe e entrei pela primeira vez numa escola salesiana, eu vi Ir. Ana, ela que é me chamou muito a atenção, o trabalho que ela fazia e este desinteresse com o qual ela fazia o trabalho, atendia as pessoas… A mim isso me tocou muito. Influenciou primeiro na minha vocação, à vida religiosa. E depois, este pensar nesta possibilidade da vocação missionária.

Outro aspecto é, conhecendo a história do nosso país, as dificuldades que enfrentamos e essas irmãs que vieram, que, a pesar das dificuldades não desistiram, não voltaram aos seus países mesmo com possibilidade de regressar, não, elas apostaram que é por aqui e se é para morrer vamos morrer aqui, porque nós fizemos uma opção de vida. Então, isso a mim, interpelou-me muito e criou admiração em mim essas irmãs que deixaram tudo e estavam dispostas até dar a própria vida. Mas, em beneficio da missão, em beneficio dos jovens, preferiram ficar. Então, isso mexeu muito comigo e influenciou na minha vocação, mas não sabia como fazer ou como dizer.

Passaram os anos, o aspirantado, o postulantado, e enquanto estava no noviciado, por acaso, numas aulas sobre as Constituições, acho que eram os artigos da missão, então a minha mestra tocou nesse aspecto. Era um tempo em que o Instituto já se abriu, começou a falar-se muito da vocação missionária, então ela foi explicando. Eu fui perguntando. Aquela sementinha já existia, mas queria um pouco mais de incentivo. Então eu fui perguntado quais eram as possibilidades, como uma pessoa faz um pedido. Eu fiquei animada, mas mesmo assim eu não relaxava. Lia, perguntava e ia olhando… Fazia perguntas a algumas missionárias: como se sente, como é que é, qual é a experiência… A coisa foi ficando assim. Iam-me dizendo: reza, pede, partilha, deixa-te iluminar. Então eu fiquei nesta.

Pensei que a coisa tinha morrido, mas quanto mais o tempo passava, eu via também os voluntários, os jovens a deixarem, embora viessem por um período de um mês, dois meses, para fazer esta experiência, isso sempre mexia comigo e fazia despertar esta coisa que já estava em mim.

Então, eu me lancei e antes da Profissão Perpetua me disseram que não: faz o junioriado, faz experiência, vai vendo, também estamos nas comunidades em missões. Fiquei nessa.

Então quando estava prestes a fazer a Profissão Perpétua eu disse: agora, tenho de fazer alguma coisa. Tenho de concretizar este sonho que eu tenho já desde há muito tempo. De facto, isso aconteceu. Veio a Ir. Alaide (Conselheira Geral) no ano da Profissão Perpétua. Eu partilhei a experiência. Já vinha partilhando com a Provincial. Ela foi-me perguntando as minhas motivações. Eu disse. Ela disse que eram motivações válidas. Que rezase e se essa era a vontade de Deus iria acontecer. Então, assim foi.

Estava para vir a Madre na minha Profissão. Veio a Ir. Emília (Vigária Geral do Instituto das FMA). Partilhei também. Me animou e me disse para fazer um pedido. Tinha que esperar qualquer resposta, um sim ou um não.

Fiz primeiro o pedido à Provincial e depois esta à Madre para apresentar o relatório. Eu contava que essa resposta viesse daqui a dois ou três anos. A minha surpreImagem16sa foi que veio em menos de um ano.

Estou aqui, prestes a enfrentar um desafio: são novas realidades, novas culturas… Mesmo assim, não me intimido com isso. Eu acredito que cada um, cada uma, faz a própria experiência. Cada uma tem a sua capacidade de inserção. Aquilo que são os meus limites, podem não ser limites na outra pessoa. Então, eu estou confiante, porque acredito que é obra de Deus. Por mim, tal vez, não faria. Mas, porque acredito que também foi inspiração divina, estou confiante e agora entrego tudo nas mãos de Deus, e espero que seja Ele a continuar a conduzir.

Qual foi a reacção da tua família?

Primeiro, como sempre, as minhas irmãs, algumas disseram: mas, este passo? Já para entrar na vida religiosa, alguma se opôs. Mas, ao final, elas disseram: se este é o teu caminho, o que tu queres, nós te vamos a dar força. Porque nós também temos as nossas opções e ninguém nos disse que não. Então, você quer, continue.

Então, agora a realidade é esta: chegou e quando a Ir. Paula conversou com a mamãe e com as duas irmãs mais velhas, então disse para ela a minha mãe: «se eu não disse não ao primeiro pedido que ela fez, quem sou eu agora para me opor ao que ela quer, ao que ela sente. Se é o que ela quer nós damos todo o nosso apoio. Acreditamos que não vai ser fácil. Estamos com ela. Está livre de partir».

E, os jovens com que tu trabalhas, já sabem? Qual foi a sua reacção?

Estão surpreendidos. Não esperavam. Sempre há aqueles adjectivos: ah, gostamos muito da irmã! Então agora que sai vai ser diferente!

Ficaram um bocadinho chocados com esta decisão: porque ir fora, se também aqui!

São perguntas difíceis de explicar porque não temos resposta. Mas eles também ficaram tocados, sensibilizados com esta realidade. Me dão apoio, embora sintam alguma falta da minha ausência. Gostaram de ouvir. Me dão apoio.

Qual é o seguinte passo a fazer? Já tens o mandato missionário?

Agora vou a Roma, e antes da formação missionária, terei um curso de italiano e depois é a preparação dum ano. Depois de lá é que a Madre Geral vai dar o destino onde é que agente vai trabalhar.

(n.d.r: Neste momento da publicação a Ir. Lúcia já se encontra no curso missionário em Roma).

domingo, 24 de novembro de 2013

Santa e Missionária no mato: Maria Troncatti

troncatti 2 retocada A Salesiana (FMA) Maria Troncatti, nasceu em Corteno Golgi (Brescia) no dia 16 de Fevereiro de 1883.

Na família numerosa, cresceu alegre e trabalhadeira, dividindo-se entre os trabalhos do campo e o cuidado dos irmãozinhos, no clima cálido de afeto dos pais exemplares.
Assídua à catequese paroquial e aos Sacramentos, a adolescente Maria amadurece um profundo senso cristão que a abre aos valores da vocação religiosa.

Por obediência ao pai e ao Pároco, portanto, espera atingir a maioridade antes de pedir a admissão no Instituto Filhas de Maria Auxiliadora e faz a Primeira Profissão em 1908 em Nizza Monferrato.
Durante a primeira guerra mundial (1915-1918) Ir. Maria acompanha, em Varazze, cursos de assistência sanitária e trabalha como enfermeira da cruz vermelha no hospital militar: uma experiência que lhe será muito mais preciosa ao longo de sua longa atividade missionária na floresta amazônica do Oriente equatoriano.

Partiu, de fato, para o Equador em 1922, foi mandada entre os indígenas shuar, onde, com outras duas irmãs, inicia um difícil trabalho de evangelização em meio a riscos de todos os gêneros, inclusive aqueles causados pelos animais da floresta e das ciladas dos turbulentos rios a serem atravessados a nado ou sobre frágeis "pontes" de cipós, ou ainda sobre os ombros dos índios.

Macas, Sevilla, Dom Bosco, Sucúa são alguns dos "milagres" florescentes, ainda hoje, da ação de Ir. Maria Troncatti: enfermeira, cirurgiã ortopedista, dentista e anestesista... Mas, sobretudo, catequista e evangelizadora, rica de maravilhosos recursos de fé, de paciência e de amor fraterno.
Sua obra shuar, para a promoção da mulher, floresce em centenas de novas famílias cristãs, formadas, pela primeira vez, sobre a livre escolha pessoal dos jovens esposos.

Ir. Maria morreu em um trágico acidente aéreo em Sucúa no dia 25 de Agosto de 1969. Seus restos mortais repousam em Macas, na Província de Morona (Equador)..