terça-feira, 30 de outubro de 2012

Os sdb preparam o Projecto de Comunicação Social


Reuniu-se nos dias 29 e 30 de Outubro na Casa Salesiana de Matola a Comissão Provincial da Comunicação Social formada pelo tirocinante Ângelo Nhantumbo; da Moamba; Elias Chivale, leigo dos Projectos da Visitadoria; Padre Miguel Angel, de Lhanguene e P. Rogelio Arenal, de Matola e Delegado Provincial de CS.

O tema central destes dois dias de encontro foi a preparação do ante-projecto do PICS (Projecto Inspectorial de Comunicação Social) à luz do documento SSCS (Sistema Salesiano de CS). Houve um momento onde participou o Delegado Provincial das Missões para dialogar sobre a colaboração entre a CS e a dimensão Missionária.

Após este primeiro trabalho, seguirá uma segunda fase, onde as Comunidades salesianas, o Conselho Provincial e as outras Delegações Provinciais poderão realizar as suas achegas, culminando esta partilha na Assembleia de irmãos no mês de Dezembro.
A terceira fase será realizada pelo Provincial e o seu Conselho. Eles são os que dão a ultima revisão a aprovação.
A quarta fase será no Capítulo Provincial para ser ali estudado e aprovado, fazendo parte então do POI (Projecto de Organização Inspectorial).

Outros temas da reunião foram: a grelha do BS para o ano 2013 e aportações para melhorar o BS virtual no blog, as publicações internas e o programa de actividades para o ano 2013.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Miguel Rua, um amigo de Dom Bosco

Celebramos, dia 29 de Outubro, a festa do salesiano Beato Miguel Rua. Foi neste dia de hoje, faz 40 anos, que o Papa Paulo VI declarou-o 'Beato', isto é, um santo da Família Salesiana, alguém  que viveu  com tal intensidade a sua vida humana e cristã  que acreditamos está 'Feliz' (Bem-aventurado) com Deus na vida eterna.

Desde os 9 anos, quando conheceu a Dom Bosco, até à sua morte como 1º Sucessor de Dom Bosco, em 1910, Miguel Rua nunca se separou do seu 'Pai' e 'Mestre'.

Soube amar Dom Bosco, soube transmitir esse amor recebido aos jovens com os quais trabalhou, e soube fazer crescer e consolidar-se a 'árvore do carisma salesiano' que Dom Bosco semeou nas terras de Valdocco.

Foi ele, Miguel Rua, que enviou por primeira vez os Salesianos a Moçambique nos longínquos anos de 1907.
A ele apresentamos a nossa realidade salesiana moçambicana para que nos ajude a fazer crescer esta 'semente' do Espírito no meio dos nossos jovens pobres.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Os sdb e fma participantes no Sínodo com o Reitor Mor


ANS -Cidade do Vaticano, Vaticano - 22 de outubro de 2012 
Em 22 de outubro, o Reitor-Mor dos Salesianos, convidou os padres sinodais para compartilhar um momento de fraternidade na comunidade salesiana do Vaticano. Participaram da reunião também outros membros do sínodo – como Madre Reungoat e irmã Rosanna - e de fora: cardeal Farina, dom Toso e padre Palombella. 
Após o almoço, dom Malayappan Chinnappa, em nome dos presentes, agradeceu ao Reitor-Mor e à comunidade do Vaticano. 
Madre Reungoat destacou a forte ligação que une as duas ordens religiosas na missão evangelizadora. 
O Reitor-Mor, por fim, ressaltou a característica fundamental da evangelização nos contextos salesiano, comunitário e familiar. 

Na foto: dom Malayappan Chinnappa, Don De Guzman, dom Bedini, dom Costelloe, padre Graulich, madre Reungoat, padre Chávez, cardeal Farina, dom Bastres Florence, padre Pellini, dom dal Covolo, dom Vella, Dom Alves de Lima e irmã Rosanna.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Festa dos 60 anos e Votos Perpétuos da Ir. Lúcia

No domingo 21 de Agosto, realizou-se na missão salesiana de São José de Lhanguene uma celebração solene organizada pela Provincia 'São João Bosco' das Filhas de Maria Auxiliadora de Moçambique.
Na mesma celebração agradecia-se a Deus os 60 anos de presença do Instituto nestas terras e realizava-se a Profissão Perpétua da Ir. Lúcia Nhantumbo.

Presidiu a solene Eucaristia o Arcebispo de Maputo, D. Francisco Chimoio e recebeu a Profissão Perpetua a Ir. Emilia, Vigária Geral do Instituto FMA.

Estavam presentes na cerimónia duas das quatro irmãs fundadoras e que aindam continuam em Moçambique desde o início: a Ir. Carla e a Ir. Dolorinda.

O BS oferece algumas imagens do momento do almoço festivo à espera de receber mais fotografias dos outros momentos vividos. 
Parabêns às Filhas de Maria Auxiliadora de Moçambique e a toda a Família Salesiana.

Ir Lúcia, após a Profissão Perpétua

60 de fidelidade missionária: Ir. Carla

Unidos na alegria da festa


sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Os Provinciais salesianos de África-Madagascar em Roma


Desde o dia 16 de Outubro está realizando-se na Casa Geral dos Sdb, em Roma, o encontro anual dos Provinciais e Superiores de Visitadorias da Região África-Madagascar. Estas reuniões realizam-se anualmente no nosso continente. Esta reunião é a primeira vez que se realiza na Casa Geral onde vive e trabalha o Sucessor de Dom Bosco. Está sendo coordenada pelo Regional P. Guilhermo Basañes e nela participa por primeira vez como Superior da Visitadoria de Moçambique, o P. Américo Raúl Chaquisse.

Diversos temas estão a ser tratados: as conclusões da Visita de Conjunto de Nairobi (ano 2012); a economia; o Capítulo Geral 27 (em 2014), e temas relacionados com a vida das 12 circunscrições em que está dividida a Região Salesiana de África-Madagascar.

Está previsto um encontro dos Provinciais com o Reitor-Mor, e no sábado 27 um encontro com todos os sdb da Região que estão vivendo em Roma e Itália, muitos deles como estudantes.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Os coordenadores de Pastoral em reunião programática


Na sede da Visitadoria ‘Maria Auxiliadora’ de Moçambique, nos dias 17 e 18 de Outubro de 2012 realizou-se o encontro dos coordenadores de pastoral da Província.
Várias foram as novidades:
- era o primeiro encontro com o novo Delegado Provincial da Pastoral Juvenil, P. Francisco Pescador;
- era a primeira vez que no encontro participavam os Delegados Provinciais da Dimensão Missionária e das Comunicações Sociais;
- e é de destacar, a presença de todos os coordenadores, os de longe e os de perto.

Começou o encontro com as exposições dos Delegados da D. Missionária e das Comunicações S. apresentando o caminho que devemos de realizar para trabalhar em conjunto estes dois âmbitos da missão salesiana juntamente com o âmbito da Pastoral Juvenil. É um mandato do CG 26.

Houve um momento em cada coordenador pastoral apresentou o caminho realizado neste ano de 2012 na sua Casa, estando sempre aberto um momento de perguntas e aclarações.

No segundo dia, o Delegado Provincial de PJ apresentou-nos o trabalho realizado em Àfrica do Sul por todos os Delegados Provinciais de PJ da Região África-Madagascar.
Seguidamente, trabalhou-se na preparação do projecto de PJ para a Inspectoria para o próximo ano 2013 à luz das indicações gerais dadas pelo Conselho Provincial para o programa do próximo ano.

A ir. Lúcia entrega-se definitivame ao Senhor e aos jovens


Estamos com a Ir. Lucia Nhantumbo, Filha de Maria Auxiliadora,  que vai realizar a sua Consagração Perpétua ao Senhor  no próximo dia 21 de Outubro, na Missão de São José de Lhanguene. Será a Vigaria Geral do Instituto quem receba em nome da Madre Geral os Votos Perpétuos.
O Boletim Salesiano não pode deixar de passar este acontecimento e deslocou-se até à Namaacha, no Colégio Maria Auxiliadora onde a Ir. Lucia desenvolve a sua missão.

BS: Ir. Lucia, em breves palavras: de onde é que és, a família…?
Irmã: Sou da província de Maputo, concretamente do bairro do Jardim. Nascí, cresci no Bairro do Jardim. Viví ali toda a minha vida..

BS: A tua vocação salesiana surgiu em que lugar?
Irmã: Posso dizer que surgiu  no Bairro do Jardim, porque eu desde pequena frequentava o ambiente salesiano: na Paróquia, na Escola, no Oratório, Já tinha todo o ambiente, tinha todas as condições para crescer na vocação.

BS: O que te atraiu mais na vocação salesiana?
Irmã: Antes, eu via os padres, me recordo muito bem do P. Sebastião como fazia, depois do P. Adolfo, quando era mais crescida eu via como faziam as coisas… Mas a coisa que mais me marcou, quando era pré-adolescente e adolescente  foi no Oratório. Foi ver como as irmãs faziam e isso me chamou a atenção. Quando passei a estudar na Escola Dom Bosco me atraiu muito a posição e o testemunho da ir. Ana. Me chamava sempre a atenção quando nós chegássemos de casa para a escola, ela ali parada a acolher  cada uma, se alguém tivesse alguma coisa ela identificava e chamava àquela pessoa… Então, isso tudo começou a despertar  alguma coisa em mim. E eu dizia: quando eu crescer vou ser como aquela irmã!


BS: Vais fazer os Votos Perpétuos. Que pode significar isso para uma jovem ou um jovem como tu?
Irmã: Fazer a Profissão Perpétua´, posso dizer, que é um grande desafio, sobretudo nesta sociedade onde vemos que a sociedade oferece  muitas propostas. E os jovens se não têm uma orientação facilmente podem cair naquilo que a sociedade lhes oferece. Então, para mim, é um desafio e é uma alegria, porque a minha vida   tem que ser este testemunho, tem que dizer alguma coisa de modo que cative os outros jovens também   a procurar o sentido das próprias vidas.

BS: O que poderias dizer aos jovens, a uma jovem que sente esta inquietação vocacional?
Irmã: Primeiro, eu digo a este jovem, que não tenha medo de encarar esta situação. Se tem uma inquietação procure pessoas com as quais pode  partilhar e expressar aquilo que sente.  
Depois, é muito importante também a família. Se nós temos uma família, e esta família tem bases, tem princípios penso que também é um ponto de referência.
E também a própria oração. Se a gente não reza, não entra em contacto com Deus, não cria aquele espaço de silêncio, de escutar, então penso que é um bocadinho difícil.
É precisso não ter medo de encarar a situação e procurar alguém com a qual possa partilhar. Porque não é fácil tomar uma decissão sem contar com pessoas que de algum modo te podem acompanhar, te podem dar algum seguimento.

Com algumas meninas do Colégio de Maria Auxiliadora de Namaacha
BS: O que pode oferecer o carisma salesiano aos jovens de hoje em Moçambique?
Irmã: Primeiro, dizer que a situação é aquela que é. Os jovens não têm famílias, não têm seguimento. As famílias estão um bocadinho destruídas. Então, o carisma salesiano  vem realmente como uma resposta a este grande desafio. Porque o carisma está para a juventude. Então, se os jovens nos nossos ambientes  encontram aquele salesiano, aquela salesiana, disponível para acolhé-lo, conversar, partilhar, para falar de coisas da vida, então penso que é uma resposta. Porque o jovem está à procura de alguém para falar, de alguém que lhe possa dizer alguma coisa, de alguém que lhe possa acompanhar. O nosso carisma é realmente para isso.

BS: Última pergunta: Votos Perpétuos diante de Jesus. Vale a pena seguir a Jesus?
Irmã: Eu digo que sim vale a pena quando realmente a gente não se engana buscando assim uma resposta por buscar. Mas, se realmente a gente se concentra e pensa em todo o caminho que fez, em todas as propostas que tem, e pensa de que dar  a sua vida para salvar muitas almas,  eu penso que vale a pena. Estou feliz. Primeiro tinha um bocadinho de receio, um bocadinho de dúvida, mas com os jovens eu aprendi a dizer que sim,  vale a pena dar a minha vida por causa deles. Estou feliz. Estou consciente. Mas continuo pedindo as vossas orações porque não é fácil. Sou jovem, no meio duma sociedade que continua oferecendo propostas. Contudo não digo que já cheguei à meta. Continuo precisando de pessoas que me acompanhem, que me animem, porque é assim. Mas estou feliz e que vale a pena!

BS: Uma última mensagem para a Família Salesiana.
Irmã: Como Família salesiana temos que apostar muito na nossa pastoral, não tanto para atrair vocações, mas para ajudar os jovens a decidir-se, a dar um sentido à própria vida, seja na vida consagrada, em qualquer vocação. Mas que a gente possa formar realmente os jovens para servirem à sociedade, porque acredito eu que se a sociedade tiver jovens , pessoas formadas, então muitas coisas que vemos hoje em dia, podem mudar.
Então nós como Família Salesiana devemos de apostar muito na assistência, na presença, no acompanhamento dos jovens, não refugiarmo-nos somente no trabalho. Mas que percebamos que a pessoa é importante acima de tudo.
BS: Muito Obrigado!

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

20º dia internacional para a erradicação da Pobreza


(ANS - Nova York) - Amanhã, 17 de outubro, será comemorado em todo o mundo o 20 Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, um evento patrocinado pela Organização das Nações Unidas para promover a conscientização sobre o problema e para motivar os esforços de erradicação da pobreza em todas as partes do mundo.

Em 17 de outubro de 1987, no Adro da Liberdade e dos Direitos Humanos, em Trocadero, Paris, o padre Joseph Wresinski, fundador do movimento "ATD Quarto Mundo" inaugurou, na presença de uma multidão de 100 mil pessoas, uma placa de pedra em celebração de todas as vítimas da pobreza. Nela, estava gravada a seguinte mensagem: "Onde homens e mulheres estão condenados a viver em extrema pobreza, direitos humanos são violados. Unir-se para fazer com que sejam respeitados é um dever sagrado”.

Na última década, milhões de pessoas saíram da pobreza, e obtiveram um melhor acesso à saúde e à educação. As taxas de pobreza extrema caíram em todas as regiões do mundo, o número de crianças que frequentam as escolas primárias aumentou em mais de 39 milhões e o acesso à água potável atingiu 89% da população.

Todavia, apesar destes avanços importantes há ainda lacunas críticas a serem preenchidas. O tema para o Dia Internacional de 2012 identifica as linhas operacionais: "Pôr fim à violência que a extrema pobreza representa: promover a responsabilização e construir a paz"
Isabelle Perrin, diretora-geral de "ATD - Quarto Mundo", em sua mensagem do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, afirmou: "É um dia para recusar o inaceitável. (...) 17 de outubro é uma data para honrar os milhões de pessoas que enfrentam o impossível, aqueles cuja coragem e cuja existência desafia nossas certezas, nossos modos de pensar e agir”. "Quem vive em extrema pobreza, nunca conhecerá a paz. - afirma Michel Brogniez - A paz começa no dia em que percebemos que a pessoa que está à nossa frente somos nós".

Atividades em favor dos pobres e pela erradicação da pobreza foram organizadas também em muitas outras inspetorias e visitadorias salesianas.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Jovens voluntários italianos na Moamba

 De 13 a 29 de Agosto 

Um grupo de 15 jovens (voluntários) italianos, incluindo um padre, esteve na Moamba a fazer uma experiência de voluntariado. Foram 17 dias de trabalho na pintura, animação do oratório nas comunidades cristãs de Tenga e Mahoche, pintura e reparação da casa, aulas de ingormática e inglês na escola profissional e na escola secundária. A sua presença aqui foi muito benéfica para a juventude, em particular, e para as comunidades em geral. Com a sua generosidade, entrega no trabalho, alegria, simpatia, etc, em pouco tempo conquistaram a juventude. No momento do adeus, a comunidade da Moamba agradeceu a estes jovens, pelo seu empenho e seu trabalho.
Ângelo Nhantumbo, sdb


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Grupo formativo de meninas na Moamba


Exposição artesanal do grupo “REDES” no dia da Paz e Reconciliação
O Director da Escola, P. Arlindo, contemplando os trabalhos realizados
O grupo REDES, Raparigas em Desenvolvimento, Educação e Saúde, organizou no dia da comemoração dos 20 anos de paz no país, uma exposição e desfile de objectos de artesanato no salão da escola.
O grupo das meninas da REDES com a sua animadora
 O evento contou com a presença de duas voluntárias americanas representantes do Corpo de Paz (Peace Corps), do director da escola, da directora da escola do Sábiè, do sr. Faruque que patrocinou as capulanas para o desfile, encarregados de educação das raparigas, entre outros convidados. Foi lida a mensagem com a apresentação das actividades do grupo, perspectivas e desafios.
 O grupo tem como objectivo desenvolver actividades com vista a estimular a criatividade, a responsabilidade social, a auto-confiança e auto-estima das raparigas. Com início de actividades no ano de 2011 nesta escola e com a ajuda da professora Kaitlin Kane Burkly, voluntária americana,  da jovem Eunícia Chichongue, entre outras colaboradoras,  o grupo agora conta com 18 raparigas inscritas, e é um projecto do Corpo de Paz e quer abranger as escolas de todo o país na saúde, geração de rendimentos, preservação dos recursos, conferências entre outras actividades para a rapariga. Para mais pormenores, os leitores interessados podem aceder ao blog “redesmoamba@blogspot.com e saberão mais. 

domingo, 14 de outubro de 2012

A Igreja paroquial de Moamba vai crescendo


Situação actual das obras de ampliação da paróquia São João de Brito da Moamba
Lateral esquerda da Igreja a ser aumentado

 As obras de ampliação da paróquia São João de Brito da Moamba continuam a decorrer. Neste momento já estão feitas as paredes laterais, o altar e o cartório paroquial, com as respectivas vigas. A fase a seguir diz respeito à montagem das colunas principais que sustentarão toda a estrutura da igreja e união das paredes novas com as jã existentes. São ao todo, oito colunas cujo custo cabe a cada núcleo da paróquia.
(Jornal Notícias Moamba)

A parte traseira da Igreja a ser aumentada

sábado, 13 de outubro de 2012

A Escola agrícola de Moamba recolhe os seus frutos


Tomate da Escola Profissional de Moamba alimenta o mercado local e provincial

Os alunos da Escola recolhendo a produção de tomates
A Escola Profissional de Moamba está a fazer o escoamento de tomate produzido na presente época na machamba Miguel Rua. Foram x hectares de terra cultivados e preparados para a produção desta cultura.

O referido tomate está a alimentar o mercado local e outros ao nível da província de Maputo como Namaacha e as casas salesianas da Matola, São José de Lhanguene, na cidade de Maputo, bem como as casas religiosas interessadas no produto. 

Em relação à produção desta cultura, este ano foi melhor em comparação com o ano de 2011, que a escola apostou mais na produção de batata reno. Além de tomate, a escola plantou rama de babata doce, mandioqueiras, cebola, cenoura, pimento e couve.  
(Jornal Notícias Moamba)

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

3º encontro de formação de tirocinantes salesianos


Entre os dias 19 e 20 de Setembro de 2012, a casa Dom Bosco, Sede da Visitadoria Maria Auxiliadora de Moçambique, acolheu o 30 encontro de formação dos tirocinantes. 

No primeiro dia, pela manhã, foi convidado o padre Rogelio Arenal para apresentar o manual do Sistema Salesiano de Comunicação Social, antecedido da leitura e comentário da circular de Dom sobre a difusão dos bons livros (Turim, 19 de Março de 1885), e à tarde, na continuidade do mesmo tema de comunicação social, o padre Rogelio mostrou como é que se pode usar e potenciar os Meios de Comunicação Social, especilmente a internet (na criação de Blogues) para a acção pastoral.

No segundo dia, a manhã esteve reservada para reflectir acerca da Fragilidade e fidelidade Vocacional, olhando a actual situação da Congregação e da Visitadoria, em particular. Os tirocinantes partilhavam as suas reflexões e no segundo momento da tarde, a partilha foi acerca das experiências pastorais do tirocínio nas comunidades e o andamento da vida (comunitária, pastoral e o acompanhamento do director na fase do tirocínio). 
O presente encontro terminou com a boa-noite do Pe. Américo na capela da Casa Dom Bosco, Sede da Visitadoria.
(Extracto de Notícias Moamba)

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Missão do Zobwè: grupos corais e doentes

Desde o BS agradecemos ao P. Filipe as notícias que nos vai enviado da grande Missão do Zobwè. Eis algumas das suas ultimas actividades:

Foi o concurso dos grupos corais ou simplesmente, o festival dos grupos corais, onde participaram 12 grupos corais. ficou em primeiro lugar neste festival o grupo coral de Mussacama.


Outras fotos retratam o centro de saude de Zobue onde apois a missa dominical, o administrador paroquial, visita os doentes neste centro. É um bom apostolado e muito exigente.

P. Filipe Ajuda









terça-feira, 9 de outubro de 2012

Notícias sobre os alguns irmãos salesianos


Gratidão ao pe. Manuel Leal e aniversário do irmão Oliveiras

O P.Leal recebe um presente do P. Américo






AVisitadoria Maria Auxiliadora na pessoa do seu superior, o pe. Américo Chaquisse, juntou no dia 13 de Setembro alguns irmãos da região sul para manifestar a sua gratidão ao pe. Manuel Leal pelo trabalho feito nos 10 anos que esteve a governar a missão salesiana nesta terra de Moçambique.

Boa viagem e boa saúde para o P. Júlio Rosa
No mesmo evento, celebrava-se o 84º aniversário do irmão Francisco de Oliveiras e os desejos de boa viagem ao pe. Leal e pe. Júlio Rosa que naquela mesma noite viajariam para o gozo de férias (mudança de actividades) em Portugal e control da saúde para os dois. 

Foi um momento de muita alegria e emoção principalmente quando o pe. Júlio cantou o seu “old Macknold had a farm”. 
Parabéns ao nosso 'patriarca' Ir. Oliveira
irmãos que representaram a Visitadoria também mostraram o seu agradecimento pelo trabalho realizado pelo pe. Leal, e também pelos outros irmãos homenageados, o pe. Júlio e o irmão Oiliveiras, por sinal do mesmo grupo de formação salesiana.
(Jornal Notícias da Moamba)

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

A Paróquia de Moamba em festa com Maria


Festa de Nossa Senhora da Veiga


No passado dia nove de Setembro, XXIII Domingo do Tempo Comum, os fiéis da paróquia São João de Brito e outras pessoas convidadas, participaram da habitual peregrinação (procissão) ao Santuário de Nossa Senhora da Veiga, a cerca de dois kilómetros da paróquia, com três paragens: no Hospital, no Cemitério e junto à Cruz. Anualmente no segundo domingo do mês de Setembro, celebra-se nesta capela a festa que tem como ponto central, a bênção das sementes e dos instrumentos agrícolas. Dentro da celebração eucarística fez-se a bênção das sementes que foram distribuidas no fim da celebração. Esta distribuição é feita por núcleos e pelas comunidades cristãs de Tenga, Pessene, Mahoche e outras pertencentes à paróquia. Tais sementes são fornecidads pelo Governo do Distrito em colaboração com a comissão dos agricultores do distrito que forneceu o lanche a todos os paricipantes no evento.
(Jornal Notícias Moamba)

domingo, 7 de outubro de 2012

Pensamentos do Reitor Mor aos novos missionários


Missa para a 143ª expedição missionária -  (TURIM 2012.09.30)

No dia 30 de Setembro realizou-se a emocionante cerimónia do 143 envío missionário na Basílica de Maria Auxiliadora, celebração presidida pelo Sucessor de D. Bosco.
Apresentamos alguns pontos da homília proferida pelo Reitor Mor à luz da Palavra desse domingo e do acontecimento que se estava a celebrar.

Os neo-missionários sdb com o Reitor Mor
 1
Hoje o Reitor-Mor, em sua veste de Sucessor de Dom Bosco, envia 45 Salesianos, 15 Filhas de Maria Auxiliadora e 11 voluntários leigos da Itália e da Polónia.

2
Ser missionário/a é, de fato, um dom do Espírito que chama incessantemente todos os cristãos a serem discípulos, testemunhas e apóstolos do Senhor Crucificado e Ressuscitado e irem a todos os lugares…, para anunciar a salvação que Deus nos ofereceu em seu Filho.

3
(Anunciar a salvação quer dizer) traduzi-la no esforço de tornar mais humana a vida de todos através da entrega da própria vida no campo da educação, da promoção humana, da ação social.

4
Anúncio e testemunho são as duas formas de prolongar a ação reveladora de Cristo.

5
A Eucaristia, caros irmãos e irmãs, deve ser o espaço e o momento mais importante da vossa vida, da vossa jornada, porque ela vos fortificará na vossa missão de prolongar a revelação de Deus feita por Jesus, primeiro missionário do Pai.

As neo-missionárias FMA com a Madre Geral e o Reitor Mor
6
O mundo todo se tornou terra de missão – tanto a Europa como a América, a África, a Ásia e a Oceania –

7
Necessidade de se ser bons, alegres e convictos crentes, capazes de transmitir a fé, certos de que só em Cristo o homem pode alcançar a plenitude de vida, a fecundidade duradoura e a felicidade que aspira.

8
Quem anuncia o Evangelho deve saber descobrir os pontos de contacto com os outros para implantar neles, diria quase naturalmente, a mensagem da salvação.

9
Missionários "abertos" a todos os que têm alguma coisa em comum connosco: ao menos o fato de serem homens e, se crentes em Cristo, também muitas porções da verdade de fé.

10
O apóstolo de Cristo reconhece que não tem qualquer poder sobre os outros, mas só tem um "serviço" a oferecer.

Ide ao mundo e anunciai a boa-nova: Jesus é o Cristo, o Filho de Deus.
Pascual Chávez V.

sábado, 6 de outubro de 2012

O Reitor Mor ao BS: O Salesiano Cooperador (e 3ª parte)


 Salesiano Cooperador: 
cristão católico, secular e salesiano

No 24 de Maio de 1986 o Reitor Mor P. Egídio Viganó promulgava o NOVO REGULAMENTO aprovado pela Santa Sé, iluminado pelo Concílio Vaticano II.
A última assembleia-geral dos Cooperadores mudou o nome de ‘Cooperadores Salesianos’ por aquele de ‘SALESIANOS COOPERADORES’ porque parece estar mais conforme à ideia original de Dom Bosco.

Salesianos Cooperadores do Congo
Um artigo deste Novo Regulamento apresenta com claridade e com palavras actuais quem é o Salesiano Cooperador:
«O Cooperador é um católico que vive a sua fé inspirando-se, dentro da própria realidade secular, no projecto apostólico de Dom Bosco: empenha-se na mesma missão juvenil e popular, de maneira associada e fraterna; sente viva a comunhão com os outros membros da Família Salesiana; trabalha para o bem da Igreja e da sociedade; de maneira adequada à própria condição e às suas possibilidades concretas".

Logo dos Cooperadores
Termina o Padre Pascual resumindo as intenções deste artigo que nos lembra que ‘o cooperador é um verdadeiro salesiano no mundo, ou seja, um cristão, leigo ou padre, que sem as amarras dos votos religiosos, realiza a própria vocação à santidade a serviço da missão juvenil e popular segundo o espírito de Dom Bosco’.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O Reitor Mor ao BS: O Salesiano Cooperador (2ª parte)


Os cooperadores de Dom Bosco

Desde o início dos Oratório, Dom Bosco sempre teve ao seu lado sacerdotes diocesanos e homens e mulheres de Turim que o apoiaram física e materialmente. Ele mesmo o conta nas Memórias do Oratório:
«Assim que a Obra dos Oratórios começou em 1841, alguns piedosos e zelosos padres e leigos vieram em ajuda para cultivar a messe que desde então se apresentava copiosa entre os jovenzinhos em perigo. Estes Colaboradores ou Cooperadores foram sempre o apoio das Obras Pias que a Divina Providência nos punha entre as mãos».

O ‘Colaborador/Cooperador’ salesiano abrangia uma categoria diversa de pessoas: os cooperadores com promessa, os que o apoiavam economicamente, os simpatizantes. O P. Pascual afirma que era bom ‘recuperar esta intuição genial de Dom Bosco, potenciada pelo Padre Rua e sucessores, que tornou possível a difusão mundial da Obra salesiana’.

Dom Bosco numa das suas conferências aos Cooperadores
No dia 1 de Junho de 1885 Dom Bosco apresenta numa conferência a figura do Cooperador salesiano:

«Ser Cooperador salesiano quer dizer concorrer junto com os outros para apoiar uma obra que tem por finalidade ajudar a Santa Igreja em suas mais urgentes necessidades; quer dizer concorrer para promover uma obra muito recomendada pelo Santo Padre, porque educa os jovenzinhos à virtude, ao caminho do Santuário, porque tem por finalidade principal instruir a juventude que hoje em dia tornou-se alvo dos maus, porque promove em meio ao mundo, nos colégios, nos internatos, nos oratórios festivos, nas famílias, promove, digo, o amor à religião, o bom costume, as orações, a frequência aos Sacramentos, e assim por diante».

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

O Reitor Mor ao BS: O salesiano Cooperador (1ª parte)


Dom Bosco jamais se envergonhou de pedir esmola

Na mensagem mensal do Reitor Mor à Família Salesiana publicada através do Boletim Salesiano, este mês de Outubro, o tema central é a apresentação da figura do Salesiano Cooperador.

O P. Pascual parte do facto histórico de que o próprio jovem João Bosco teve que aprender a pedir ajuda aos outros para as suas necessidades. Assim, ele mesmo conta que, como Mamã Margarida não tinha dinheiro para lhe comprar o enxoval para ir a o Seminário de Chieri, o pároco de Castelnuovo fez uma colecta entre os vizinhos para ajudar o jovem. Eis o fruto da mesma:
      «O senhor Sartoris deu-lhe a batina, o cavalheiro Pescarmona ofereceu o chapéu,  o próprio padre Cinzano deu-lhe a capa, outros lhe compraram a gola e o barrete, outros, as meias, e uma boa senhora recolheu o dinheiro necessário para dotá-lo, ao que parece, de um par de sapatos».

Sendo adolescente teve de sair de casa 'pedindo' ajuda em Moncucco
O próprio Dom Bosco repetiu muitas vezes que «Sempre precisei de todos!» (MB I,367) para levar à frente a sua obra em favor dos jovens pobres.
Até ao final da sua vida teve que ir ‘peregrinando’ de um lugar a outro por Itália, Espanha, França, pedindo ajuda a pobres e a ricos.
Eis um facto simpático que aconteceu na cidade francesa de Toulon em 1881 após D. Bosco ter dado uma conferência apresentando a sua obra e necessidades:

« Com a capa e uma bandeja de prata nas mãos fez um giro pela igreja pedindo. Durante a operação aconteceu um incidente digno de relevo. Um operário, no ato de Dom Bosco apresentar-lhe o prato, virou o rosto para o outro lado, levantando grosseiramente os ombros. Dom Bosco, adiantando-se, disse-lhe com toda a amabilidade: "Deus o abençoe". O operário, então, pôs a mão no bolso e colocou uma pequena moeda na bandeja. Dom Bosco, fixando-o, disse-lhe: "Deus o recompense". O outro, refeito do gesto, oferece duas moedas. E Dom Bosco: "Ó, meu caro, Deus o recompense sempre mais". O homem, tendo ouvido isso, tira fora o porta moedas e oferece um franco. Dom Bosco dirige-lhe um olhar cheio de comoção e vai adiante; mas, o homem, como que atraído por uma força mágica, segue-o pela igreja, vai até a sacristia, sai atrás dele pela cidade e não deixa de estar perto dele, enquanto não o vê desaparecer»  (Memórias Biográficas XV, 63).

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Envio de novos missionários da Família Salesiana

Como vem sendo tradicional desde aquele 11 de Novembro de 1875, em que Dom Bosco enviou solenemente os seus primeiros salesianos missionários, realizou-se no passado 30 de Setembro o envio da 143 expedição missionária salesiana, onde um bom grupo de Sdb, Fma e leigos receberam a Cruz missionária das mãos do Reitor Mor P. Pascual Chávez e da Mãe Geral das FMA,  Madre Ivonne.

Desde o BS nos congratulamos com os novos missionários e missionárias e desejamos para a nossa terra moçambicana o surgir de vocações missionárias 'ad gentes', para que um dia, moçambicanos e moçambicanas, possam receber esta cruz missionária na Basílica de Maria Auxiliadora de Turim, continuando a tradição missionária de Dom Bosco.

Algumas imagens que nos falam deste acontecimento tão salesiano.

A Basílica de Maria Auxiliadora acolheu a 143 expedição missionária

O Reitor-Mor colocando a cruz missionária a Sdb e leigos

As FMA recebem a cruz missionária das mãos da Madre Geral

Os neo-missionários leigos

Os Sdb neo-missionários

As Fma neo-missionárias

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Encontro sobre o 'salesiano coadjutor'

Os participantes no encontro formativo

No passado dia 25 de Setembro de 2012 realizou-se na Visitadoria salesiana um encontro promovido pela Comissão de Formação sobre ‘O salesiano Coadjutor’.
Estavam presentes todos os jovens do noviciado de Namaacha, pré-noviciado de Moamba e os do 2º e 3º ano do aspirantado da Matola. Participaram também vários salesianos coadjutores e o Provincial P. Américo, além dos membros da comissão de Formação.
 

O BS fez uma pequena entrevista ao tirocinante salesiano Mouzinho, coadjutor, que está trabalhando na casa do Noviciado e que fez uma palestra aos participantes sobre o tema do encontro.

BS: Ir. Mouzinho, como apresentar hoje a vocação do salesiano coadjutor aos nossos jovens?

Mouzinho: Nós apresentamos a vocação do coadjutor, no encontro do dia 25 de Setembro, numa forma ou carácter vocacional, o espírito de fazer conhecer esta realidade, esta figura do coadjutor.

Ir. Mouzinho Domingos
BS: Porque vale a pena ser sdb coadjutor?

Mouzinho: Vale a pena ser sdb coadjutor porque aí estamos a nos preocupar em estar no meio dos jovens, a estar completamente, por assim dizer, cem por cento, no meio da juventude sem nos separar deles.

BS: Em que são iguais e em que se diferenciam um sdb coadjutor e um sdb sacerdote?

Mouzinho: Essencialmente, eles não são diferentes, mas o que diferencia é apenas a questão ministerial, porque todos têm a mesma missão. O sacerdote exerce o seu ministério da Ordem, administra os Sacramentos, o ministério sagrado. Isso é que o distingue. O resto, a missão é a mesma, as exigências da vida também são as mesmas.

BS: Destes uma palestra aos jovens sobre um sonho de Dom Bosco: historia de um sdb coadjutor. Dom Bosco gostou dos coadjutores, por que?

Mouzinho: Dom Bosco quando fundou a Congregação, sentiu a necessidade de ter um coadjutor, um leigo que não é ministro sagrado. Ele, ao fundar, gostou do coadjutor para confiar algumas coisas que o sacerdote não pode fazer, ou seja, para confiar algumas coisas que da mesmo para fazer um leigo. Mas, que leigo? Ele sentiu que tem de ser um leigo consagrado. Esse que ele chamou de ‘coadjutor’.

BS: Um jovem moçambicano pode gostar de ser salesiano coadjutor?

Mouzinho: Eu acredito que um jovem moçambicano pode gostar de ser coadjutor. Porque? Nós sabemos muito bem que o mundo agora é prático, o mundo agora quer ver, quer trabalhar, que mexer com aquilo, quer mexer com isso.
Sendo isso, o jovem pode-se questionar: ao final de contas, se eu quero fazer um trabalho ou quero ser assim, quero ser consagrado… Mas há certas coisas que um sacerdote não tem que fazer, há limitações, ou algumas vezes tem que estar a atender confissões, então, o jovem, que sente ser coadjutor, acho que ele pode ser coadjutor, porque todo jovem que quer estar no meio da juventude sem se separar cem por cento, como leigo no meio da juventude, o leigo consagrado no meio dos jovens, vendo os trabalhos que o coadjutor está fazendo, vendo a maneira de ser, as virtudes que ele tem, o jovem pode querer gostar ser coadjutor.

BS: Qual a tua avaliação deste encontro?

Mouzinho: Duma forma geral, o encontro valeu a pena para as três casas de formação: aspirantado, pré-noviciado e noviciado. Duma outra maneira, no meu ver, seria melhor ainda se tivesse mais irmãos coadjutores e sacerdotes a participar no mesmo encontro, para termos o mesmo prato.

BS: Obrigado, Ir. Mouzinho!