domingo, 17 de fevereiro de 2013

Santidade salesiana: preciosa herança no ano da fé


(ANS – Roma) Dias atrás o P. Pierluigi Cameroni, Postulador Geral da Família Salesiana para as Causas dos Santos, apresentou uma relação sobre o trabalho feito em 2012 por sua Secretaria: uma contribuição que, além dos números, exprime a riqueza do patrimônio de santidade da FS.



“Somos depositários de uma preciosa herança que merece melhor conhecida e valorizada – declarou o P. Cameroni –. Há o perigo de reduzir esse património de santidade a um fato litúrgico-celebrativo, sem valorizar plenamente as potencialidades de tipo espiritual, pastoral, eclesial, educativo, cultural, histórico, social, missionário…
Os Santos, Beatos, Veneráveis, Servos de Deus são quais pepitas preciosas: trazem-se da escuridão da mina para que, na Igreja e na Família Salesiana, brilhem e reflictam o esplendor da verdade e da caridade de Jesus Cristo”.
“O aspecto pastoral refere-se à eficácia que possuem as figuras dos Santos, Beatos, Veneráveis e Servos de Deus, como exemplos acabados de cristianismo, vivido nas particulares situações socioculturais da Igreja e da Família Salesiana.
O aspecto espiritual envolve o convite à imitação das suas virtudes como fonte de inspiração e de 'projetualidade'.
O cuidado pastoral e espiritual de uma causa é uma autêntica forma de pedagogia da santidade, a que deveríamos, em força do nosso carisma, ser especialmente sensíveis e atentos”.

No dia 31 de dezembro de 2012 o elenco oficial salesiano está assim definido:
Nove Santos, 116 Bem-Aventurados, dez Veneráveis e 30 Servos de Deus…

Durante o ano de 2013 celebram-se alguns aniversários, que é bom recordar:
  • 125 Anos de Morte de Dom Bosco (Turim, 31 de janeiro de 1888)
  • Centenário de Nascimento de Attilio Giordani (Milão, 3 de fevereiro de 1913)
  • 75 Anos da Beatificação de Maria Domingas Mazzarello (20 de novembro de 938)
  • Cinquentenário de Morte do P. Augusto Arribat (La Navarre, 19 de março de 1963) e do P. José Quádrio (Turim, 23 de outubro de 1963)
  • 25 Anos da Beatificação de Laura Vicuña (Castelnuovo Don Bosco, 3 de setembro de 1988)

“Cada um dos nossos Santos, Bem-aventurado, Venerável, Servo de Deus é portador de uma riqueza de aspectos que merecem consideração e valorização maiores – comenta ainda o P. Cameroni –. Conhecer e tornar conhecidas essas extraordinárias figuras de crentes gera um progressivo envolvimento na sua mesma caminhada, um apaixonado interesse por sua vida, uma alegre partilha dos projectos e das esperanças que animaram os seus passos”.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Patrick: um fruto do Sistema Preventivo


Ver-se, aos seis anos, sem pais, maltratado pelos parentes, com mais a responsabilidade de cuidar dos irmãos mais pequenos: eis infelizmente uma situação ideal para decidir-se a viver pelas ruas. Foi o que aconteceu a Patrick, que entretanto teve a sorte, grande, de achar quem lhe desse a possibilidade de voltar a sonhar. Vejamos a sua história contada em ANS:

Meu nome é Patrick Ngugi Gichuhi. Nasci em 1986 de uma família muito humilde. Sou o primeiro de seis filhos: tenho três irmãos e duas irmãs. Dispunha de uma linda família  que tanto cuidava de nós. Mais importante ainda: eu sonhava. Sonhava como qualquer outro rapaz que tem uma família que o possa ajudar a realizar seus sonhos. Entretanto, todos eles acabaram por se desvanecer com o passar de pouquíssimos anos...
Em 1991 meus pais se separaram: é que meu pai se dedicava, como trabalho, a traficar com maconha, passando a maior parte do tempo na cadeia, em vez de tomar conta da família. Minha mãe, depois de toda uma série de esforços para convencê-lo a mudar de profissão, chegara a um ponto de não mais volta: e foi embora, deixando-nos a todos nós.
Meu pai decidiu levar-nos à nossa casa de campo, em Nyeri, onde tínhamos parentes pelo lado de minha mãe; mas porque o pai não tinha com eles bons relacionamentos, em vez de levar-nos diretamente a meu avô, simplesmente descarregou-nos numa cidade vizinha, Kiganjo, encarregando-me de cuidar dos meus irmãos e de achar os meus parentes.
Depois de algum tempo achei quem me ajudou a encontrá-los. Mas, para minha grande surpresa, eles não foram nada hospitaleiros conosco. Além disso, havia maus tratos que se repetiam…. Não nos consideravam da família: viam-nos como um peso. Por tudo isso em 1992 eu e o meu irmão menor, deixamos Nyeri e fomos a Karatina, de onde depois de poucos dias partimos para Nairóbi. Ali nos tornamos ‘meninos de rua’.
Decidimos viver, mendigar, comer, e dormir sempre na rua. Isso durou dois anos. Em 1995 fomos presos como… parqueadores abusivos e enviados a um centro para a infância, em Kabete. Depois de um ano, porque ninguém viera a interessar-se por nós, o Ministério Público me perguntou o que desejava fazer. Ouvira falar, através de alguns rapazes, de um lugar chamado ‘Dom Bosco’, onde as crianças podiam ir à escola, receber comida e roupa, e, sem vacilar, disse que queria ser adotado por Dom Bosco.
Fui recebido pela comunidade salesiana de Nairóbi-Kariua, uma das sedes do programa “Bosco Boys”; e retomei os estudos. De ali, graças aos meus bons resultados escolares, fui inserido no primeiro grupo que, da escola salesiana, passava às escolas públicas de grau superior, completando todos os níveis e chegando, com a graça de Deus, até conseguir o Láurea em ‘International Business Administration’ (Administração Internacional de Empresas) com especialização em Finanças.

Sinto uma profunda gratidão pelos Salesianos de Dom Bosco por seu empenho e determinação em ajudar jovens como eu a dar um novo rumo à sua vida.

Como a eles agradeço também a todos os benfeitores e protetores.

Mas sobretudo agradeço ao nosso bom Senhor Jesus Cristo, que me concedeu obter estes meus sucessos. No fim, de fato, não seremos julgados por quantos diplomas tivermos obtido, ou por quanto dinheiro tivermos ganho, ou por quantas coisas grandes tivermos feito; mas pelo critério “tive fome e me destes de comer, tive sede e me destes de beber, era forasteiro e me recebestes, estava nu e me vestistes” (Mt 25,35-36). 


terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

O Papa nos explica porque renuncia ao cargo


Declaração de Bento XVI na renúncia ao cargo
Caríssimos Irmãos,
Convoquei-vos para este Consistório não só por causa das três canonizações, mas também para vos comunicar uma decisão de grande importância para a vida da Igreja.
Depois de ter examinado repetidamente a minha consciência diante de Deus, cheguei à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idóneas para exercer adequadamente o ministério petrino.
Estou bem consciente de que este ministério, pela sua essência espiritual, deve ser cumprido não só com as obras e com as palavras, mas também e igualmente sofrendo e rezando.
Todavia, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário também o vigor quer do corpo quer do espírito; vigor este, que, nos últimos meses, foi diminuindo de tal modo em mim que tenho de reconhecer a minha incapacidade para  administrar bem o ministério que me foi confiado.
Por isso, bem consciente da gravidade deste ato, com plena liberdade, declaro que renuncio ao ministério de Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro, que me foi confiado pela mão dos Cardeais em 19 de abril de 2005, pelo que, a partir de 28 de fevereiro de 2013, às 20,00 horas, a sede de Roma, a sede de São Pedro, ficará vacante e deverá ser convocado, por aqueles a quem tal compete, o Conclave para a eleição do novo Sumo Pontífice.

Caríssimos Irmãos, verdadeiramente de coração vos agradeço por todo o amor e a fadiga com que carregastes comigo o peso do meu ministério, e peço perdão por todos os meus defeitos. Agora confiemos a Santa Igreja à solicitude do seu Pastor Supremo, Nosso Senhor Jesus Cristo, e peçamos a Maria, sua Mãe Santíssima, que assista, com a sua bondade materna, os Padres Cardeais na eleição do novo Sumo Pontífice.
Pelo que me diz respeito, nomeadamente no futuro, quero servir de todo o coração, com uma vida consagrada à oração, a Santa Igreja de Deus.
 Vaticano, 10 de fevereiro de 2013

O Reitor Mor escreve À FS sobre Papa


(ANS – Roma) – Logo após tomar conhecimento de que o Papa Bento XVI anunciara sua renúncia ao ministério de Bispo de Roma e de Sucessor de São Pedro, o Reitor-Mor dos Salesianos desejou enviar uma mensagem a toda a Família Salesiana.

Caríssimos Irmãos, Irmãs, Membros todos da Família Salesiana, Amigos de Dom Bosco:

Saúdo-vos com o coração de Dom Bosco, desde o México, aonde vim para a celebrar o Jubileu de Ouro da Inspetoria salesiana de Guadalajara, minha Inspetoria de origem.
Ainda que profundamente surpresos pela notícia apenas recebida acerca da decisão do Santo Padre, Bento XVI, de apresentar a sua renúncia de continuar na guia da ‘Barca de Pedro’ e na confirmação dos seus irmãos na fé através do anúncio do Evangelho, o seu testemunho de vida, o seu sofrimento e a oração – ficamos edificados por este gesto exemplar e profético.

No apresentar a sua demissão, motivada por razões de idade e cansaço, consequência da sua solicitude em acompanhar a Igreja num período caracterizado por profundas e rapidíssimas mudanças sociais, que têm a ver com a fé e a vida cristã, e que estão a pedir grande energia física e espiritual, o Santo Padre confessa ter-se posto em atitude de discernimento perante Deus.

A sua decisão é portanto fruto de oração e um sinal exemplar de obediência a Deus! Uma tal atitude só pode despertar em nós a maior admiração e estima. Trata-se, mais uma vez de um traço espiritual tipicamente seu: a humildade, que o torna livre perante Deus e os homens, e mostra claramente o seu sentido de responsabilidade.

Enquanto, como teria feito Dom Bosco, exprimimos ao Santo Padre toda a nossa gratidão pela generosidade com que serviu a Igreja e fez sentir a sua paternidade relativamente à nossa Família, o acompanhamos nesta fase da sua vida com o nosso grande afecto e a nossa oração.

Desde agora rezemos pela Igreja, invocando o Espírito Santo, a fim de que seja Ele a guiar este momento de encerramento de um pontificado, e de convocação e celebração do Conclave.

Confiamos a Maria Imaculada Auxiliadora, nesta memória de Nossa Sra. de Lurdes, o Santo Padre e toda a Igreja. Ela continuará a manifestar-se, como sempre ao longo da história, Mãe e Mestra.
Em comunhão de corações e orações,
P. Pascual Chávez Villanueva SDB
Reitor-Mor

sábado, 9 de fevereiro de 2013

As Comunidades Educativas FMA em formação


A Ir. Isoleta acolhendo os participantes

 No Centtro de Acolhimento das FMA de Infulene, realizou-se no dia 9 de Fevereiro, o encontro anual das Comunidades Educativas FMA da zona de Maputo (Cidade e Província). Participaram 120 pessoas entre FMA, professores, monitores e pessoal auxiliar das obras, provenientes de Namaacha (Colégio e Noviciado), Bairro do Jardim (Casa Madre Rosetta e CFP Dom Bosco), Casa Provincial e Infulene.

O encontro começou às 8,00 horas, sendo aberto pela Ir. Carolina, coordenadora provincial das Escolas e Centros Profissionais das FMA de Moçambique. Aproveitou para fazer a apresentação oficial do novo documento ‘CARTA DE IDENTIDADE DAS ESCOLAS E CENTROS PROFISSIONAIS’ das FMA. Dito documento irá orientar todo o trabalho educativo nos próximos anos.
 A directora da casa de Infulene, a Ir. Isoleta acolheu oficialmente os participantes e guiou a oração inicial com um ‘Pai Nosso’ digital rezado por todos.
Um grupo de crianças de Infulene acolheu os hóspedes com um numero artístico.



O Sr. Gaudêncio, um jovem fruto do trabalho educativo das FMA e técnico em Comunicação Social, guiou o primeiro momento formativo provocando uma reflexão e ulterior diálogo, bastante enriquecedor, sobre as ‘Redes Sociais’ e a escola.

A seguir ao intervalo, a Ir. Alice Albertina FMA, professora de Comunicação Social na Universidade Católica em Nampula, apresentou a ‘EDUCOMUNICAÇÃO’ na educação das Obras salesianas abrindo a mente a este mundo importante, real e desconhecido para muitos dos participantes, mas que nos deve estimular a conhece-lo e a utilizá-lo na educação. Lembrou-nos que:
            - A comunicação é um elemento essencial da educação
            - Quando damos uma aula estamos a comunicar
            - Para todo saber nós precisamos da comunicação.

Após o almoço, o Padre Rogelio Arenal, salesiano de Matola, apresentou a Estréia do Reitor Mor para 2013, sendo o núcleo central do power point que apresentou o ‘Sistema Preventivo’. Convidou a todos os professores/as e auxiliares das escolas a serem ‘pais e mães’ dos educandos, e assim poderão compreender melhor  e pôr em prática o Sistema Preventivo.

Com as ultimas recomendações da Ir. Carolina o encontro terminou dentro do horário estabelecido. Embora o calor do dia fosse forte e cansativo todos fizeram esforço grande para estar atentos e participantes.
Obrigado à Comissão das Escolas e Centros Profissionais das FMA por esta iniciativa tão importante.

Estréia 2013 - Sistema Preventivo

Também pode ser visitada directamente no programa de issuu:

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Jovens missionários dos jovens!


Mensagem do Reitor Mor para o Boletim Salesiano - Fevereiro 2013 (3ª parte)
  Jovens construtores de esperança e de alegria


Em 1847, imprimi um livro de formação cristã, O Jovem Instruído. Escrevera-o roubando muitas horas ao sono. As primeiras palavras que os meus jovens liam eram estas: “O primeiro e principal engano com que o demônio costuma afastar os jovens da virtude é fazê-los pensar que servir a nosso Senhor consista numa vida melancólica e distante de qualquer divertimento e prazer. Não é assim, caros jovens. Eu quero ensinar-vos um método de vida cristã, que possa ao mesmo tempo fazer-vos alegres e felizes, indicando-vos quais são os verdadeiros divertimentos e os verdadeiros prazeres... Esta é, justamente, a finalidade do pequeno livro, servir ao Senhor e viver alegres”.´

Como vedes, para mim a alegria assumia um profundo significado religioso. No meu estilo educativo havia uma combinação equilibrada de sacro e de profano, de natureza e de graça. Os resultados não tardavam a aparecer, tanto que em algumas notas autobiográficas que fui quase obrigado a escrever, podia afirmar: “Contentes com essa mistura de devoções, brinquedos e passeios, afeiçoavam-se tanto a mim, que não só obedeciam fielmente às minhas ordens, mas desejavam vivamente que lhes desse alguma incumbência”.

Não me satisfazia que os jovens fossem alegres; queria que eles difundissem ao redor deles esse clima de festa, de entusiasmo, de amor à vida. Queria-os construtores de esperança e de alegria. Missionários de outros jovens mediante o apostolado da alegria. Um apostolado contagiante».

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Faleceu Madre Marinella, Fma e ex-Superiora Geral


(ANS – Nizza Monferrato) – Faleceu às 18h10 de hoje, 5 de fevereiro, em Nizza Monferrato, a Madre Marinella Castagno, VII Superiora Geral das Filhas de Maria Auxiliadora, depois de Maria Domingas Mazzarello.
Recebida a notícia, o Vigário do Reitor-Mor, P. Adriano Bregolin, enviou mensagem de condolências à Madre Yvonne Reungoat e às Conselheiras Gerais.

Madre Marinella, como Superiora Geral, viveu sazão apostólica intensa, tanto do ponto de vista eclesial, nos anos laboriosos e fecundos do pós-concílio, participando de dois Sínodos dos Bispos, quanto do ponto de vista histórico e político, quando, com a queda da Cortina de ferro, em 1989, abriu novas presenças e realidades apostólicas na Europa do Leste Europeu.
Durante o seu mandato teve a alegria de ver a Beatificação da jovem Laura Vicuña e da Madre Madalena Morano, momentos fortes e preciosos no interior de uma vida cotidiana ativa e devotada à animação e ao governo do Instituto das FMA.
Certamente impressionou-nos a sua grande doação apostólica durante os anos que se seguiram a seu  encargo de Superiora Geral, com a pregação de Exercícios às Coirmãs, o acompanhamento a cursos de formação, a vizinhança às jovens irmãs que participavam das sessões preparatórias à Profissão Perpétua junto à Casa-Mãe, em Mornese.
Vós porém a conhecestes muito melhor: com maior razão podereis assim render louvores a Deus por sua longa e fecunda vida e por quanto ofereceu ao Instituto.
Participamos deste evento com espírito cristão, fortes na fé da Ressurreição de Jesus e certos de que Ele compartilha com a Ir. Marinella e com cada um de nós de uma vida sem fim nas Alegrias do Céu.
Somo-Vos vizinhos, Madre e Caríssimas Irmãs do Conselho, com o afeto, a oração de sufrágio pela Ir. Marinella e a oração de consolação por quantos a conheceram e amaram”.

O Reitor-Mor foi informado da morte da Madre Castagno durante o sua viagem de retorno de Burundi.
Nascida em 21 de maio de 1921 em Bagnolo, Piemonte, Itália, estudou com as Filhas de Maria Auxiliadora em Giaveno e Turim. Em 1946, com 24 anos, foi recebida como postulante e no dia 5 de agosto de 1948, em Turim, onde frequentou o noviciado, fez os votos como Filha de Maria Auxiliadora. Na mesma cidade trabalhou por 18 anos como assistente, professora e conselheira escolar.
De 1965 a 1971 foi Diretora da Casa Inspetorial, de Milão. Em 1973 a Ir. Castagno foi chamada a substituir a Madre Elba Bonomi como Conselheira Geral; e no Capítulo Geral de 1975 foi oficialmente eleita Conselheira para a PJ, encargo que lhe foi confirmado em 1981 acrescido daquele para as Ex-Alunas. No Capítulo Geral de 1984, depois da morte da Madre Rosetta Marchese, foi eleita Superiora Geral e confirmada no Capítulo Geral 19, de 1990.
Publicado em 05/02/2013

Jovens que vivem e transmitem a alegria


Mensagem do Reitor Mor para o Boletim Salesiano - Fevereiro 2013 (2ª parte)
 Viver e transmitir a alegria, uma forma de vida


Desde criança, o jogo e a alegria foram para mim uma forma séria de apostolado, do que estava intimamente convencido. Para mim, a alegria era um elemento inseparável do estudo, do trabalho e da piedade. Um jovem daqueles primeiros anos recordando os anos “heroicos” assim os descrevia: “Pensando como se comia e como se dormia, admiramo-nos agora de ter podido divertir-nos, sem, contudo sofrer e sem nos lamentarmos. Mas éramos felizes, vivíamos de afeto”.~

Viver e transmitir a alegria constituía uma forma de vida, uma opção consciente de pedagogia em ação. Para mim, o jovem era sempre um jovem, a sua exigência profunda era a alegria, a liberdade, a diversão. Sentia como natural que eu, padre para os jovens, lhes transmitisse a boa e alegre notícia contida no Evangelho. E não o poderia fazer carrancudo e com modos frios e bruscos. Os jovens precisavam entender que para mim a alegria era uma coisa tremendamente séria! Que o pátio era a minha biblioteca, a minha cátedra onde eu era ao mesmo tempo professor e aluno. Que a alegria é lei fundamental da juventude.

Eu valorizava o teatro, a música, o canto, e organizava nos mínimos detalhes as célebres excursões de outono.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Quero jovens bons e alegres!


Mensagem do Reitor Mor para o Boletim Salesiano - Fevereiro 2013 (1ª parte)

A alegria: o décimo primeiro mandamento!


«Sou conhecido no mundo todo como um santo que semeou muita alegria a mãos cheias. Ou melhor, como escre.veu alguém que me conhecia pessoalmente, fiz da alegria cristã “o décimo primeiro mandamento”. A experiência convenceu-me não ser possível um trabalho educativo sem este admirável impulso, este belo percurso a mais que é a alegria.

E para que os meus jovens estivessem intimamente persuadidos disso, eu acrescentava: “Se quereis que a vossa vida seja alegre e tranquila, deveis procurar viver na graça de Deus, pois o coração do jovem que vive no pecado é como o mar em agitação contínua”. Eis porque sempre recordava que “a alegria nasce da paz do coração”. E insistia: “eu não quero outra coisa dos jovens senão que sejam bons e sempre alegres”.

Há quem, às vezes, me apresente como o eterno saltimbanco dos Becchi e pense fazer-me um grande favor. Mas é uma imagem muito redutiva do meu ideal. Os jogos, as excursões, a banda de música, as representações teatrais, as festas eram um meio, não um fim. Eu tinha em mente o que escrevia abertamente aos meus jovens: “Um só é o meu desejo: ver-vos felizes no tempo e na eternidade”

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

A Família Salesiana celebra Dom Bosco

Realizou-se na Missão de São José de Lhanguene (Maputo), no domingo 3 de Janeiro, o tradicional encontro da Família Salesiana do Sul de Moçambique para celebrar juntos Dom Bosco e dar início ao ano pastoral salesiano com a apresentação da estreia do Reitor Mor e dos programas de cada grupo.
A eucaristia foi presidida pelo Provincial P. Américo. O encontro foi coordenado pelo Delegado de Pastoral Juvenil, P. Pescador.
Ao longo do encontro os diversos grupos foram apresentando as suas propostas para este ano de 2013 tendo em conta o ano da Fé, a estreia e os documentos dos Bispos de Moçambique.
Estiveram presentes Sdb, Fma, Salesianos Cooperadores, ADMA, Antigos Alunos/as dos Sdb e Fma, Movimento Juvenil Salesiano.


domingo, 3 de fevereiro de 2013

Os novos aspirantes salesianos de Matola

O P. Rafael mostrando a Casa Provincial
O P. António acolhendo-os na Obra de São José 
O P. Jose Ángel após mostrar-lhes o ISDB

Realizou-se no Aspirantado salesiano de Matola o tradicional ‘estágio vocacional’ para os novos candidados ao aspirantado, que foi realizado entre os dias 19 de Janeiro a 2 de Fevereiro. Foram dias de adaptação à nova Casa, de formação salesiana, de convivência, de participação nas Primeiras Profissões de salesianos.

Este ano participaram 8 novos candidatos: 7 jovens provenientes da Província de Tete e 1 proveniente da Província de Cabo Delgado (Chiúre). São eles: Rosário, António, Vale, Fidel, Castelo, José, Armando e Charles. Um deles foi enviado depois, por causa da idade, a realizar o aspirantado na comunidade de Inharrime.

No dia 5 realizarão o seu primeiro retiro terminando com uma Eucaristia, onde o P. Provincial dará início oficial ao novo ano do aspirantado, formado por 7 aspirantes do 1º ano e 3 aspirantes do 2º ano.

Nas fotografias aparecem os novos aspirantes visitando algumas obras salesianas da cidade de Maputo.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

A Família Salesiana festeja Dom Bosco

Visitadoria “Maria Auxiliadora” – SDB
Inspectoria «São João Bosco» - FMA
Maputo - Moçambique 

FESTA DE DOM BOSCO  
E LANÇAMENTO DO ANO PASTORAL 2013

Como já é tradição entre nós, no início de cada ano, encontramo-nos como família. Assim, anunciamos-vos que no próximo dia 3 de Fevereiro, celebraremos a festa de Dom Bosco e faremos a abertura do Ano Pastoral 2013 em São José de Lhanguene.
Desejamos para todos que este ano seja mais uma oportunidade de renovação do entusiasmo pastoral, na preparação do bicentenário do nascimento de «D. Bosco».
E porque queremos iniciar a caminhada de 2013 juntos e em clima de acção de graças, convidamos os Salesianos, as Salesianas, os Conselhos locais e provinciais da Familia Salesiana, Cooperadores, Antigos e Antigas Alunos/as, ADMA, Professores, Colaboradores Leigos, Catequistas e Animadores, Conselhos pastorais paroquiais, Coordenadores de catequese e de núcleos e os Grupos juvenis das nossas obras, a participarem nesta Festa.

Data:    3 de Fevereiro                                    Lugar:  São José de Lhanguene
 
Horario geral:
08.00    Acolhimento
08.30    Solene Eucaristia
10.30    Apresentação Lema do Reitor Maior (no salão)
11.00    Partilha e eco do vídeo.
11.30    Dança (ADMA’jovem)
Apresentação dos objectivos pastorais:
·         Familia Salesiana
·         ADMA
·         Antigos Alunas
·         Antigas Alunos
·         Filhas de Maria Auxiliadora
Canto (ADMA’jovem)
·         MJS
·         Salesianos Cooperadores
·         Salesianos de Dom Bosco
12.30   Benção e despedida

Distribuição de responsabilidades para a Eucaristia.
            - Acolhimento e cantos: Família Salesiana de São José.
- 1ª Leitura: MJS
- Salmo: FMA
- 2ª Leitura: SS.Cooperadores
- Evangelho em Ronga: ADMA
- Oração dos fieis: Antigas Alunas e Antigos Alunos
- Dança de Acção de Graças: ADMA’jovem

                                                                               Pelo Conselho Provincial da Família Salesiana                                             Maputo, 27.01.13

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Celebrando Dom Bosco com novos salesianos

Feliz Festa a todos: hoje celebramos a festa litúrgica de São João Bosco que ocorre no dia em que celebramos os 125 anos da sua morte ('nascimento para Deus').
Em muitas partes do mundo salesiano, a festa celebra-se com outra celebração importante e jubilosa: a entrega das suas vidas por jovens que se tornam Salesianos realizando a sua Profissão Religiosa.
Em Moçambique, na Namaacha, hoje a Visitadoria de Angola e de Moçambique celebramos com alegria a primeira Profissão Religiosa de 7 jovens angolanos. Que Dom Bosco lhes abençoe!

Que Dom Bosco abençoe a toda a Família Salesiana! Que Dom Bosco abençoe a todos os jovens!


quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Magone, o rapaz da rua que encontrou Dom Bosco


Tríduo: Dom Bosco e Miguel Magone, desafio educativo
MIGUEL MAGONE: O ‘general de Carmagnola’
(ANS – Roma) - Desde o primeiro encontro com Miguel Magone, Dom Bosco nos revela a sua arte de educar positivamente, propondo a Miguel uma alternativa à sua vida desordenada e envolvendo-o em experiências possíveis e atraentes.
Dom Bosco entra sem medo na vida de Miguel, toma-o pela mão e desencadeia nele aquele dinamismo típico do sistema preventivo que faz crescer “desde dentro” os seus jovens, leva-os com alegria e satisfação ao bem, os faz conscientizar-se dos riscos que correm perseverando em caminhos errados e prepara para o amanhã através de uma sólida formação do carácter e da consciência.
Na escola de Dom Bosco e sob o olhar paterno, através da prática perseverante de pequenos exercícios fáceis e agradáveis na vida de oração, de estudo e de caridade, Miguel chega a um maravilhoso grau de perfeição. Dom Bosco de fato está convencido de que “o esplendor da caridade pode ofuscar-se e perder-se a cada pequeno sopro de tentação; assim, qualquer coisa, ainda que muito pequena, que possa contribuir para conservá-lo, deve considerar-se de grande valor”. Expressão típica de tal pedagogia e solicitude educativa foram os famosos “sete carabineiros de Maria”, conselhos que Miguel confia a um colega a fim de custodiar a virtude da pureza, convidando-o a lê-los e a praticá-los.
Este espírito de viva fé, alimentado por uma filial devoção a Maria, vinha unido “à mais industriosa caridade para com seus colegas: sabia que o exercício desta virtude é o meio mais eficaz para aumentar em nós o amor de Deus. Esta máxima ele a praticava nas mais pequenas ocasiões”. Miguel, de menino de rua, litigioso e violento, se torna animador da recreação, consolador dos companheiros aflitos, agente de paz e de reconciliação. A prática da caridade concreta e operosa, leva-o a construir amizades verdadeiras, que ajudam os seus colegas a libertar-se de fáceis enganos, a refazer relações abertas e sinceras com os pais e os professores, a viver uma quotidianidade alegre e operosa.
Miguel amadurece, assim, na consciência de ter faltado ao amor de Deus e de não ter sido obediente à sua vontade: “Eu choro ao contemplar a lua que por tantos séculos comparece com regularidade a iluminar as trevas da noite, sem nunca desobedecer às ordens do Criador, enquanto que eu, que sou tão insignificante, eu, que dotado de inteligência, deveria ter sido fidelíssimo às leis do meu Senhor, eu lhe desobedeci tantas vezes; e de mil modos o ofendi”.
Esta consciência o levará na hora da morte a mandar, através de Dom Bosco, uma mensagem à mãe, como vontade última de reconciliação e de paz: “Sim, digam a minha mãe, que me perdoe todos os desgostos que lhe causei na minha vida. Estou muito arrependido. Digam-lhe que eu a amo; que persevere com coragem no fazer o bem; que eu morro de boa vontade; que eu parto deste mundo com Jesus e com Maria; que vou esperar por ela no Céu”.
Miguel Magone era órfão de pai. Quando se encontrou pela primeira vez com Dom Bosco na estação de Carmagnola ouviu a recomendação: “Hoje de noite faça uma oração fervorosa ao nosso Pai que está nos céus; reze de coração, confie nele e ele haverá de providenciar por mim, por si e por todos”. O Pai-nosso de Miguel Magone, dito de coração, revelou o amor providente e previdente de Deus através do carisma de Dom Bosco.
O convite do P. Cameroni é, neste segundo dia do tríduo: viver um momento de oração familiar meditando e recitando o Pai-nosso, oração de fé em Deus, de amor fraterno e de perdão recíproco.

Novos directores salesianos

De esq. a dir: F.Pescador; R. Estevão; A. Kalonji


O Regional de África-Madagascar, P. Guillerme Basañes, acabado de sair das reuniões invernais do Conselho Geral em Roma, chegou até nós em Moçambique.

Na tarde do dia 29, na Casa da Visitadoria, animou o retiro mensal para os salesianos das casas do sul e presidiu a eucaristia onde tomaram posse como directores de comunidades salesianas três irmãos, nomeadamente:

P. André Kalonji, como director de Moamba

P. Francisco Pescador, como director de Matola

P. Rafael Estevão, como director da Casa Dom Bosco, sede da Visitadoria.

Terminou a tarde num encontro festivo de família.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Dom Bosco e Domingos Sávio


(ANS – Roma) – ANS propõe, em colaboração com o P. Pierluigi Cameroni, Postulador Geral da FS para as Causas dos Santos, um Tríduo de preparação à festa de Dom Bosco evidenciando alguns aspectos das biografias de jovens, escritas por Dom Bosco: Sávio, Magone e Besucco. Dom Bosco queria oferecer aos seus jovens, modelos positivos e imitáveis com que despertar em seu coração o enlevo perante a vida e vivê-la com alegria e zelo. Tentemos repercorrer alguns aspectos.

DOMINGO SÁVIO
“Se um colega meu, da minha idade, no mesmo lugar, exposto aos mesmos, se não maiores, perigos, teve tempo e capacidade de se manter fiel seguidor de Jesus Cristo, por que não poderei eu fazer a mesma coisa? Lembrai-vos bem que a verdadeira religião não consiste somente em palavras; é preciso passar às obras. Se, pois, encontrardes algo digno de admiração, não vos contenteis em dizer: Bonito, gostei. Mas: Quero esforçar-me em fazer o que na leitura me causa admiração”.
Este enlevo, na história de Domingos Sávio, é tipicamente eucarístico e encontra o seu momento de graça no dia da Primeira Comunhão, visto como uma semente que, se cultivada, é fonte de vida alegre e de empenhos decididos: “Esse dia ficou-lhe para sempre gravado na memória, e podemos dizer que foi o início, ou melhor, a continuação de uma vida que poderia ser apontada como modelo de vida cristã. Alguns anos mais tarde, ao falar da sua primeira comunhão, transfigurava-se-lhe o rosto de intensa alegria: – Oh! aquele dia foi para mim o maior, o mais belo dia da minha vida! –.
Escreveu algumas lembranças que conservava cuidadosamente num livro de devoção e lia-as amiúde:
1. Confessar-me-ei frequentemente e farei a comunhão todas as vezes que o confessor me der licença.
2. Quero santificar os dias festivos.
3. Os meus amigos serão Jesus e Maria. 
4. Antes morrer que pecar.
Tais lembranças por ele muitas vezes repetidas, foram como que a norma de suas acções até o fim da vida”.
O encontro pessoal e quotidiano com Jesus na Eucaristia leva Domingos a viver o anseio apostólico que Dom Bosco difunde entre os jovenzinhos do oratório e o impele a criar a Companhia da Imaculada, viveiro da futura Congregação Salesiana.
Repisando o exemplo de Joãozinho Bosco, pequeno apóstolo entre os seus colegas nos Becchi, Domingos Sávio repete-lhe o zelo e a paixão pela formação dos pequenos nas verdades da fé: “Apenas for clérigo, dizia, irei a Mondônio, reunirei todas as crianças num barracão e hei de ensinar-lhes o catecismo, contar-lhes muitos exemplos e contribuir para a sua santificação. Quantos não se descaminham por não terem quem lhes ensine a doutrina cristã. E o que dizia, confirmava-o em seguida com fatos, pois se comprazia, tanto quanto permitiam a idade e a instrução, em dar lições de catecismo na igreja do oratório e, se alguém necessitasse duma aula particular de doutrina, dava-lha a qualquer hora do dia e em qualquer dia da semana, com o único fito de poder falar de coisas espirituais e de lhe fazer conhecer a importância da salvação da alma”.
Ponto culminante desta parábola é como Dom Bosco comunica a Domingos o seu grande anseio pela salvação das almas, a solicitude pelas pessoas que se encontram nas trevas acerca da verdade, que sofrem pela ausência de justiça e de amor, e isto se torna a razão da sua vida: “Certo dia um colega indiscreto tentou interrompê-lo quando estava no recreio a contar um fato: Mas que tens tu com isso – disse-lhe o tal companheiro. Que tenho eu com isso? – respondeu –. Tenho muito, porque a alma dos meus colegas foi remida pelo sangue de Jesus Cristo; tenho muito, porque somos todos irmãos e, como tais, devemos amar-nos uns aos outros; tenho muito, porque Deus recomenda que nos ajudemos uns aos outros; tenho muito, porque se chego a salvar uma alma, asseguro também a salvação da minha”.
Dom Bosco ficou de tal forma comovido pelo testemunho de Domingos que chegou a confessar: “O meu afeto por ele era o de um pai pelo mais digno dos seus filhos”.
O convite do P. Cameroni é, neste primeiro dia do Tríduo, despertar a graça do enlevo eucarístico e a solicitude apostólica pelo bem do próximo.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Testemunho de Arsénio Muhango


ARSÉNIO MUHANGO, é um jovem angolano que terminou o seu noviciado na Namaacha (Moçambique) e que no próximo dia 31 de Janeiro vai oferecer a Jesus a sua vida através da Profissão Religiosa salesiana. Eis o seu testemunho para os jovens:

 Nascí em Kuanza-Norte, Angola. Tenho 24 anos de idade.
            A Profissão Religiosa salesiana é uma entrega total e generosa que eu faço de mim mesmo a Deus, devido ao chamamento que Ele próprio faz, seja para o Sacerdote, como para o Leigo Consagrado, que entre nós Salesianos chamamos de Coadjutor.
            A alegria e a paz que me vem de Deus é que me levam a entregar e gastar a minha vida pelos jovens. São estes sentimentos que Deus colocou no meu coração e no meu pensamento, a fim de eu dedicar toda a minha vida no trabalho pela salvação da minha alma e pela salvação dos jovens.
            Assim estou motivado a fazer os Votos de Obediência, Pobreza e Castidade, e a viver como Salesiano Coadjutor, para responder à vontade de Deus a meu respeito, e assim escolhi seguir os passos de Jesus e viver como Ele para anunciar o Reino de Deus aos jovens (Marcos 16,15)». 

domingo, 27 de janeiro de 2013

Testemunho de Rosalina Antonio


ROSALINA ANTÓNIO MBEVE converteu-se em Filha de Maria Auxiliadora no dia 24 de Janeiro na Namaacha ao realizar a sua Profissão Religiosa como Salesiana. Eis aquí o seu testemunho para os jovens.

Sou natural  da província de Tete, distrito de Angónia,  localidade  de Ulóngué. Nasci no dia  19 de Julho de 1986.
Eu quero ser Filha de Maria Auxiliadora, para  testemunhar Cristo aos jovens. Ser como dom Bosco e Madre Mazzarello, que  se doaram sem limites para  salvar muitos jovens da sua pobreza tanto material como espiritual.
Estou muito feliz por ser membro desta grande família.
Convido cada jovem a não ter medo de dar a sua resposta, quando sentir o chamado do Senhor. 

sábado, 26 de janeiro de 2013

Testemunho de Emília Raquel


No dia 24 de Janeiro a  jovem EMIÍLIA RAQUEL  DE SOUSA tornou-se Filha de Maria Auxiliadora pela Profissão Religiosa realizada naquele dia na Namaacha.
Aqui deixa-nos o seu testemunho para os jovens.

Nasci em Maputo. Fui baptizada um ano depois.
Na minha paróquia, S. Francisco de Assis do Infulene, tive os primeiros contactos com a espiritualidade de D. Bosco e Madre Mazzarello através da acção das Irmãs salesianas, no oratório e na catequese. Fui apreciando, conhecendo e interiorizando melhor essa espiritualidade. Depois pedi para fazer a experiência da vivência dessa espiritualidade como vocacionada interna.
Depois de alguns anos de estudo, aprofundamento e assimilação vital, a pesar das dificuldades, que também fazem parte da nossa vida, com a profissão religiosa quero oferecer alegremente a minha a Deus para ser sinal do seu amor preveniente para os jovens.
Cara/o jovem, procure sempre dar a Deus o seu lugar na tua vida.