«Bem-aventurados os obreiros da paz,
serão
chamados filhos de Deus» (Mt 5,9)
(1ª parte)
Uma constatação: «O nosso tempo… requer um renovado e concorde empenho na busca do bem comum, do desenvolvimento de todo o homem e do homem todo»
Focos de tensão no mundo:
> «Crescentes desigualdades entre ricos e pobres»
> «Predomínio duma mentalidade egoísta e individualista»
> «Um capitalismo financeiro desregrado»
> «Variadas formas de terrorismo e criminalidade internacional»
> «Fundamentalismos e fanatismos» religiosos
Barreiras que eliminar:
> «O desmantelamento da ditadura do relativismo e da apologia duma moral totalmente autónoma»
> «Renunciar à paz falsa...; refiro-me à paz que torna as consciências cada vez mais insensíveis, que leva a fechar-se em si mesmo, a uma existência atrofiada vivida na indiferença»
Uma esperança:
+ «As inúmeras obras de paz de que é rico o mundo»
+ «A vocação natural da humanidade à paz: Em cada pessoa anelo por uma vida humana plena, feliz e bem sucedida»
Palavras para reflectir:
* «Jesus Cristo dá-nos a paz verdadeira, que nasce do encontro confiante do homem com Deus.»
* «Há necessidade de propor e promover uma pedagogia da paz. Esta requer uma vida interior rica, referências morais claras e válidas, atitudes e estilos de vida adequados»
* «É necessário ensinar os homens a amarem-se e educarem-se para a paz, a viverem mais de benevolência que de mera tolerância»

Sem comentários:
Publicar um comentário