quinta-feira, 31 de outubro de 2013

O Centro Professional de São José já tem Alvará

ALVARÁ: saíu aqui uma lei, no ano de 2001, que decretou a obrigatoriedade da legalização de todos os centros de formação profissional privados.
Nós fomos funcionando ilegalmente durante doze anos, embora com a complacência das autoridades do ministério do trabalho que tutela este tipo de instituições.

Em 2012 metemos mãos à obra, preparámos todos os requisitos exigidos, fomos inspeccionados duas vezes por técnicos multidisciplinares, fizemos as alterações que nos mandaram, e, finalmente saiu esse documento, o Alvará que nos considera licenciados para a formação profissional.
Ir. Joaquim Gomes, sdb
Responsável do CFP


terça-feira, 29 de outubro de 2013

Radio Dom Bosco de Moatize fala sobre o Beato Miguel Rua

MENSAGEM DE RÁDIO DOM BOSCO (Moatize-Tete)
DIA 29 DE OUTUBRO


Hoje, 29 de Outubro, a mensagem da nossa Rádio é sobre a vida de um discípulo de D. Bosco e seu seu sucessor no Governo da Sociedade Salesiana. Estamos a falar de MIGUEL RUA.
Miguel Rua, primeiro sucessor de D. Bosco, nasceu em Turim, no dia 9 de Junho de 1837. Último de 9 filhos, perde o seu pai os oito anos.
 Devia começar a trabalhar na Real Fábrica de Armas de Turim, onde o seu pai era operár io, mas D. Bosco propôs-lhe continuar os seus estudos com ele, garantindo-lhe que a Providência pensaria nas despesas.
Certo dia, D. Bosco distribuía algumas medalhas aos seus meninos. Miguel era o último da fila. Para ele já não havia medalha. D. Bosco tomou a mão dele, fez um gesto como de cortar ao meio e acrescentou: nós os dois faremos tudo a meias.E assim foi de facto. Miguel Rua mais tarde seria o braço direito de D. Bosco
Miguel entrou no Oratório. Era um óptimo aluno, colega de Domingos Sávio, colaborador na Companhia da Imaculada, um grupo que ajudava a manter bom ambiente e bom comportamento no Oratório de Turim. Foi o primeiro a professar os votos para ficar com D. Bosco, na Sociedde Salesiana. Ainda jovem, enquanto estudava para ser padre, dava aulas, assistia no refeitório  e no recreio. À noite, com a sua preciosa caligrafia, copiava as cartas  e as publicações de D. Bosco.
Ordenado sacerdote em 1860. Quando D. Bosco abriu a primeira obra fora de Turim, Miguel Rua foi o primeiro director dessa casa. D. Bosco escreveu-lhe: Verás melhor do que eu a Obra Salesiana atravessar os limites da Itália e estabelecer-se no mundo.
Quando D. Bosco já não tinha forca para dirigir a Congregacao  Salesiana, o P. Miguel Rua foi nomeado Reitor Mor –  o primeiro sucessor de D. Bosco.
Na sua vida foi exemplo perfeito de D. Bosco. Alguém disse que se se perdesse a Regra dos Salesianos, era fácil descobri-la, olhando o modo de proceder do Padre Miguel Rua. Dizia-se: Miguel Rua é outro D. Bosco. Ele é a Regra viva.
Foi no  seu tempo de Reitor Mor que a Congregacao cresceu. Ele morreu a 6 de Abril de 1910. No momento da sua morte os Salesianos eram  4.312, espalhados por 345 casas. Foi ele, Miguel Rua , que enviou os primeiros salesianos para Mocambique. De facto os salesianos chegaram a primeira vez  a Mocambique  em 1907, pra dirigir a Escola de Artes e Ofícios na Ilha de Mocambique.
Miguel Rua foi proclamado Bem-aventurado em 29 de Outubro de 1972, pelo Papa Paulo VI.
Guardamos deste beato, primeiro sucessor de D. Bosco, a mesma bondade e  alegria em estar no meio dos jovens. E a fidelidade em seguir as pegadas deixadas pelo seu mestre. D. Bosco recomendava-lhe: faz como viste fazer a D. Bosco. E ele cumpriu com a máxima fidelidade.


terça-feira, 22 de outubro de 2013

Festa dos ADS da zona sul e Promessas

Dentro da festividade do Domingo Missionário, reuniram-se na Missão de São José de Lhanguene de Maputo, os ADS (Amigos Domingos Sávio) provenientes de diversas presenças salesianas.
Vieram para realizar a sua festa anual e também participar na promessas dalguns novos membros.
Tiveram a alegria de conhecer os dois novos missionários salesianos chegados a Moçambique, o P. Anton e o P. Jorge.
Após a Eucaristia, houve momento de jogos e convívio e almoço em grupos.







segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Acolhidos em São José os dois novos missionários salesianos

Na Eucaristia paroquial do domingo 20 de Outubro, Domingo das Missões, foram apresentados à comunidade cristã os dois novos sdb missionários recentemente chegados a Moçambique: o padre Anton da Eslovénia e o P. Jorge de Portugal.
O Provincial salesiano presidiu à Eucaristia e fez a apresentação.
A comunidade cristã recebeu-os com alegria e lhes vestiram com a típica capulana como sinal de acolhimento.
Depois participaram também na Eucaristia na qual os ADS da zona sul de Moçambique faziam a sua festa anual e alguns adolescentes realizavam a sua promessa.


O P. Jorge (esquerda) e o P. Anton (direita)

domingo, 20 de outubro de 2013

O Papa fala do Beato Estevão Sándor


"Lembro a Estevão Sándor, que ontem dia 19 foi proclamado Beato a Budapest. Era um salesiano leigo, exemplar no serviço aos jovens, no oratório e no ensino profissional. Quando o regime comunista fechou todas as obras católicas, enfrentou as perseguições com coragem e foi morto com 39 anos. Nos unimos à acção de graças da Família Salesiana e da Igreja Húngara”  
(Papa Francisco no Ángelus do 20 outubro)

Mais de 200 missionários salesianos novos em 6 anos

(ANS – Roma) – Celebra-se domingo próximo, 20 de outubro, o 87° Dia Missionário Mundial. Tendo em vista essa celebração, o Conselheiro para as Missões Salesianas, P. Václav Klement, enviou, através do Boletim missionário ‘Cagliero11’, esta mensagem a todos os Salesianos:



Caríssimos irmãos e amigos das missões salesianas!
Uma saudação cordial no mês de outubro, mês missionário. Agradeço a todos pelas orações feitas em setembro pelos 36 novos Missionários e pelas vocações missionárias salesianas.

Tendo acompanhado, durante o sexênio 2008-2014, mais de 200 novos missionários, agradeço a Deus pelo seu contínuo chamamento! A vocação missionária salesiana é muito bonita! É o melhor do nosso carisma, da nossa espiritualidade, posto à disposição da Igreja! Agradeço a Deus pela graça de poder acompanhar tantos Coirmãos pelo caminho do discernimento dessa admirável vocação 'dentro da vocação salesiana'!

É maravilhoso de fato poder acompanhar os primeiros jovens salesianos nascidos na Albânia, Rússia, Mianmar, Madagascar, Togo, Ucrânia, Cuba, China, ajudando-os a responder, à altura, ao seu chamado missionário! Os primeiros missionários provenientes de jovens Inspetorias estão a nos mostrar quanto Deus confia em nós! O frescor da Fé no 'Sul Global do Mundo' pede-nos a todos que nos deixemos surpreender por esse dom estupendo da Fé!

Desejo a todos uma frutuosa celebração do ‘Dia Mundial Missionário 2013’: seja uma como oportunidade para avivar a Fé e ajudar a Igreja a pôr-se em caminho pelo rumo de todas as periferias em que Jesus Cristo ainda não é conhecido. Nem amado!
P. Václav Klement, SDB

Conselheiro para as Missões

sábado, 19 de outubro de 2013

Beato Estevão Sandor, rogai por nós!

Hoje, na Hungria, o Cardeal salesiano, Angelo Amato, encarregado das Causas dos Santos, em nome do Santo Padre declarará Beato ao mártir salesiano coadjutor, estevão Sándor.
Uma grande noticia de alegria para toda a família salesiana e um estímulo a crescermos em santidade junto com os jovens para celebrar com alegria e com amor o Bicentenário do nascimento de Dom Bosco em 2014/2015.

ORAÇÃO

Ó Deus onipotente
Vós chamastes vosso  servo Estevão Sándor
para fazer parte da grande família 
de São João Bosco.
Guiaste-o com Maria Auxílio dos Cristãos
na sua difícil missão pela salvação das almas
e no sacrifício de sua vida 
pela juventude húngara.
Ele vos testemunhou no tempo 
da perseguição da Igreja:
promoveu a imprensa católica,
o serviço junto ao altar
e a educação da juventude.
Com seu espírito fiel e leal
indica também a nós
a via do bem e da justiça.
Vos pedimos glorificá-lo
com a coroa do martírio.
Por Cristo Nosso Senhor. Amém. 

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

O Reitor-Mor nos escreve: Uma vida de amor pelos jovens


Certo dia quente e abafado, eu caminhava por Turim na companhia do fidelíssimo P. Rua e de outro salesiano, quando, de repente, meus olhos fixaram-se numa cena que me encheu o coração de profunda tristeza: um garotinho, talvez de 12 anos, estava tentando empurrar um carrinho cheio de tijolos pelas pedras irregulares da rua. Era um servente de pedreiro, franzino e pequeno, que, incapaz de mover o peso superior às suas forças, chorava de desespero. Afastei-me dos dois salesianos e corri até o pobre garoto, um dos muitos que, na Turim de então, que se enriquecia de tantos belos palácios, cresciam debaixo de patrões desumanos ao som de tabefes e imprecações. Impressionaram-me aquelas lágrimas que regavam o seu rosto. Aproximei-me, sorri para ele com um leve aceno de amizade e ajudei-o a empurrar aquele peso até o canteiro de obras. Todos se admiraram ao ver um padre chegar àquele local com sua veste negra; o garotinho, ao contrário, logo entendera que eu lhe queria realmente bem se me pusera ao seu lado para um gesto solidário de ajuda concreta.

Gosto de recordar esse fato, um entre muitos, porque o considero como símbolo do meu grande amor pelos jovens. Amor não feito de palavras, amor que falava direto ao coração. Disso eu estava certo: o caminho que chega ao coração é aquele que convence mais e afasta qualquer resistência e possível dúvida.



Uma noite memorável
Recordo com emoção, como se fosse hoje, a noite de 26 de janeiro de 1854. Após as orações, eu tinha reunido em meu pobre quarto quatro jovens (entre 16 e 20 anos) que há tempo estavam comigo. Estava para lhes propor “uma prova de exercício prático da caridade para com o próximo”. A partir daquela noite chamaram-se “salesianos” pela primeira vez. E com o olhar fixo em S. Francisco de Sales, o campeão da bondade e da mansidão evangélica, começamos.  Naquela noite, nascia no meu coração a congregação salesiana.

“O exercício prático da caridade”, que propusera àquele pequeno grupo não ficou no ar. Era minha proposta para os jovens.
 Nunca fora indiferente diante de qualquer garoto; e, por isso, estudava os melhores modos de fazer-lhes o bem e aproximá-los sempre mais do Senhor. É preciso trabalhar na perspectiva do futuro. Eis porque o preparava para ser capaz de renúncias e sacrifícios a fim de chegar a ideais elevados e nobres; não me contentava simplesmente com a suficiência inconsistente, mas exigia o melhor de cada um. Também porque tinha uma confiança inabalável em suas potencialidades.

Uma educação personalizada
 Embora trabalhasse com muitos jovens, a minha pedagogia nunca era de massa, anônima, genérica. Era sempre personalizada. Eu costumava usar um caderno especial: nele, anotava o perfil de cada garoto, a sua índole, as suas reações, alguma falta leve, mas daquelas que fazem o homem prudente ficar alerta, os progressos feitos no estudo e na conduta. Servia-me desse caderno para o acompanhamento pessoal de cada jovem.

Eu definira o educador como “um indivíduo consagrado ao bem de seus alunos, pronto a enfrentar qualquer contrariedade, qualquer cansaço para obter o seu fim, que é a educação cívica, moral e científica de seus alunos”.


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

O Reitor-Mor nos escreve: razão, religião e bondade




Pus-me à mesa.  Enfim, saíram nove pequenas páginas. Não era um trabalho científico; antes era um “esboço”, um condensado da minha experiência pedagógica, um canto de amor e de confiança nos jovens. Era a minha profissão de fé no valor da educação.  Valores que trazia em meu coração há mais de trinta anos e que eram o específico do meu apostolado.
O texto agradou porque falava a linguagem dos jovens. Procurava ser fiel a Deus (o primeiro sonho tornava-se realidade!) e aos jovens, sem recusar nada do que acreditava ser útil e válido. Sentia-me solidário com os jovens e com os olhos postos no futuro.

Ponto de partida e de referência certa era a razão. Dialogava com os jovens. Tomava conciência de seus anseios, prevenia necessidades. O jovem sempre em primeiro lugar. Escutava-o de boa vontade e com interesse sincero. Demonstrava-lhe confiança. Meu método educativo era o da verdadeira liberdade. Estava convencido de que só pode existir educação autêntica onde houver liberdade e respeito à pessoa.
 O Sistema Preventivo nada impunha; mas propunha muitíssimo. Oferecia a visão de um sadio humanismo integral no qual o jovem era compreendido em sua inteireza. Minha preocupação era formar consciências.
Preparava os jovens para os desafios da vida. Motivava-os para o sentido do dever, do trabalho, de uma profissão honesta. Dava razões para viver com responsabilidade e alegria.


A religião era a segunda coluna do meu sistema educativo. Minha relação com Deus era a de um filho. Era um padre enamorado pela Eucaristia, pontual e paterno na escuta das confissões dos meus jovens e em infundir em seus corações a certeza do perdão e do abraço divino. Em meus contatos contínuos com eles procurava formar “bons cristãos e honestos cidadãos”. Não me cansava de indicar-lhes a santa Virgem como Imaculada e Auxiliadora.

Religião era fazer de cada jovem “uma bela roupa para o Senhor”, como acontecera com Domingos Sávio. E assim o Sistema Preventivo se transformava na pedagogia da santidade juvenil.

A «Amorevolezza»/Bondade: Típica do meu modo de educar. Distintivo inconfundível da minha pedagogia. Nesta palavra, eu encerrava um estilo de amor que identificava o educador com os jovens a ponto de amar as mesmas coisas amadas por eles, a ponto de transformar a relação educativa em estilo de presença filial e fraterna, uma presença amiga e desejada, e o ambiente educativo numa “família”. Aí estava todo o amor que eu recebera de minha santa mãe, aí jorrava o espírito de família pelo qual as obras que surgiam eram chamadas de ‘casas’, aí se respirava o amor, a confiança, o respeito, o gosto de viver e trabalhar juntos, como o tinha absorvido em meu ambiente agrícola, e a cordialidade feita de simpatia, otimismo, calor humano. Um amor que transformava os educadores em “pais amorosos”.

Com a graça de nosso Senhor e a assistência materna da Auxiliadora, triunfava a pedagogia 

domingo, 13 de outubro de 2013

2º dia do Fórum do MJS, zona sul de Moçambique

Neste domingo dia 13 de Outubro, continuo a desenvolver-se na Matola, o segundo dia do Fórum do MJS.
Iniciou o dia com a Eucaristia presidida pelo Provincial P. Américo Chaquisse e onde também participou junto com os jovens a Provincial Fma Ir. Paula Langa. Na Eucaristia participou a mais ‘jovem’ da FS de Moçambique: a Ir. Carla Baietta com 94 anos de idade!
Ao final da Eucaristia, o P. Américo entregou a cada participante como presente a breve biografia do novo Beato mártir, o salesiano coadjutor Estevão Sándor, para que os jovens conheçam este novo beato da FS que será beatificado no dia 19 de Outubro.
Seguiram-se jogos educativos para potenciar o trabalho em grupo e a manhã terminou com um encontro onde o tirocinante sdb Gilberto Mandamule ajudou aos jovens a realizar o projecto de vida.
De tarde, houve recreação salesiana com os jovens divididos por zonas de proveniência e onde cada lugar apresentou as suas qualidades artísticas.
Terminou o Fórum com as Boas Tardes dadas pela Ir. Paula e a bênção do P. Américo.

Em todos, um coração alegre que regressava para casa satisfeito do vivido e experimentado e fortalecidos para continuar a seguir a Jesus e testemunhá-lo na vida de cada dia.

Todos os participantes no Fórum MJS de 2013

O Fórum contou com os dois Provinciais Salesianos, Ir. Paula e P. Américo
O Domingo iniciou com a Eucaristia presidida pelo P. Américo
Ao terminar a Eucaristia cada jovem recebeu a biografia do novo Beato Mártir Estevão Sándor
O Conselho Nacional do MJS organizadores do Fórum junto com os Delegados de PJ de Fma e Sdb
Momento para os poetas mostrarem as suas capacidades artísticas
Canto apresentado pelos aspirantes salesianos de Matola
O jovem Milton animando o concurso por zonas
Bonita actuação dos jovens de Namaacha
 
Encerramento do Fórum com as Boas Tardes da Ir. Paula e Bênção do P. Américo

sábado, 12 de outubro de 2013

1º dia do Fórum do MJS, zona sul de Moçambique

100 jovens das presenças salesianas Fma e Sdb do sul de Moçambique reuniram-se o fim de semana, 12 e 13 de Outubro para realizar o Forum anual do MJS. O encontro foi realizado no aspirantado salesiano de Matola.

Os temas do encontro são uma continuação da JMJ do Brasil. A ir. Ivone Zandamela e o P. Miguel Angel Delgado animaram os temas da mensagem do Papa para a JMJ e a estreia do Reitor Mor para 2013.


A noite do sábado terminou com uma hora de adoração a céu aberto no centro de Emaús.

Mónica, a coordenadora nacional do MJS iniciando os primeiros momentos do Fórum

O P. Pescador, dirigindo as primeiras palavras aos jovens do Fórum

Grupo em que o P. Miguel esta animando o tema sobre a Estréia

A Ir. Ivone Zandamela no momento em que expõe o tema das JMS de Rio

domingo, 6 de outubro de 2013

Campo vocacional Sdb em Matola

O P. Kazembe (esq.) com os jovens vocacionados

Durante os dias 4 a 6 de Outubro, na casa do Aspirantado salesiano de Matola, realizou-se o campo vocacional para os jovens da zona sul do país. Semanas antes, houve outro campo vocacional em Tete para os jovens daquela província.
O campo vocacional foi coordenado e animado pelo responsável da comissão vocacional da Visitadoria, o P. André Kazembe.

Participaram 7 jovens provenientes de diversos lugares: 1 jovem de Namaacha, 2 jovens da paróquia do Benfica e 4 jovens da Paróquia de São José de Lhanguene.