APRENDI A SER JOVEM E
HOMEM (1)
Eu, Dom Bosco, te apresento os
valores que respirei, que aprendi a viver e, em seguida, transmiti como herança
aos meus salesianos. Com o passar dos anos, serão as bases da minha pedagogia.
A presença de uma mãe. Mamãe Margarida tinha apenas 29 anos quando meu pai morreu, destruído
em poucos dias por uma terrível pneumonia. Mulher enérgica e corajosa, não
ficou a lamentar-se; arregaçou as mangas, e assumiu o seu duplo trabalho. Doce
e decisiva, fez as vezes de pai e mãe.
Muitos anos depois, feito padre para os
jovens, poderei afirmar como fruto da experiência concreta: "A primeira felicidade de um jovem é
saber que é amado". Por isso, com meus jovens sempre fui um verdadeiro
pai, com gestos concretos de amor sereno, alegre e contagiante. Eu amava os
meus jovens e dava-lhes provas concretas desse afeto, entregando-me
completamente à causa deles. Não aprendi nos livros esse amor forte e viril;
herdei-o de minha mãe e sou-lhe reconhecido por isso.
O trabalho. Minha mãe era a primeira a dar-nos o exemplo. Eu sempre insistia: "Quem não se habitua ao trabalho na
juventude, será sempre preguiçoso até a velhice". Na conversa familiar
que tinha com meus jovens depois do jantar e das orações da noite (o célebre
"boa-noite") eu insistia que "O
paraíso não é feito para os preguiçosos".
(Pascual Chávez, mensagem de Janeiro para o BS)

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