Mensagem
do Reitor Mor para o Boletim Salesiano - Fevereiro 2013 (2ª parte)
Viver e transmitir a alegria, uma forma de vida
Desde criança, o jogo e a alegria foram para mim uma forma séria
de apostolado, do que estava intimamente convencido. Para mim, a alegria era um
elemento inseparável do estudo, do trabalho e da piedade. Um jovem daqueles
primeiros anos recordando os anos “heroicos” assim os descrevia: “Pensando
como se comia e como se dormia, admiramo-nos agora de ter podido divertir-nos,
sem, contudo sofrer e sem nos lamentarmos. Mas éramos felizes, vivíamos de
afeto”.~
Viver e transmitir a alegria constituía
uma forma de vida, uma opção consciente de pedagogia em ação. Para mim, o jovem
era sempre um jovem, a sua exigência profunda era a alegria, a liberdade, a
diversão. Sentia como natural que eu, padre para os jovens, lhes transmitisse a
boa e alegre notícia contida no Evangelho. E não o poderia fazer carrancudo e
com modos frios e bruscos. Os jovens precisavam entender que para mim a alegria
era uma coisa tremendamente séria! Que o pátio era a minha biblioteca, a minha
cátedra onde eu era ao mesmo tempo professor e aluno. Que a alegria é lei
fundamental da juventude.
Eu valorizava o teatro, a música, o canto, e organizava nos
mínimos detalhes as célebres excursões de outono.

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