| Os participantes no encontro formativo |
No passado dia 25 de Setembro de 2012 realizou-se na
Visitadoria salesiana um encontro promovido pela Comissão de Formação sobre ‘O
salesiano Coadjutor’.
Estavam presentes todos os jovens do noviciado de Namaacha,
pré-noviciado de Moamba e os do 2º e 3º ano do aspirantado da Matola.
Participaram também vários salesianos coadjutores e o Provincial P. Américo,
além dos membros da comissão de Formação.
O BS fez uma pequena entrevista ao tirocinante salesiano
Mouzinho, coadjutor, que está trabalhando na casa do Noviciado e que fez uma
palestra aos participantes sobre o tema do encontro.
BS: Ir. Mouzinho,
como apresentar hoje a vocação do salesiano coadjutor aos nossos jovens?
Mouzinho: Nós
apresentamos a vocação do coadjutor, no encontro do dia 25 de Setembro, numa
forma ou carácter vocacional, o espírito de fazer conhecer esta realidade, esta
figura do coadjutor.
| Ir. Mouzinho Domingos |
BS: Porque vale a
pena ser sdb coadjutor?
Mouzinho: Vale a
pena ser sdb coadjutor porque aí estamos a nos preocupar em estar no meio dos
jovens, a estar completamente, por assim dizer, cem por cento, no meio da
juventude sem nos separar deles.
BS: Em que são
iguais e em que se diferenciam um sdb coadjutor e um sdb sacerdote?
Mouzinho: Essencialmente,
eles não são diferentes, mas o que diferencia é apenas a questão ministerial,
porque todos têm a mesma missão. O sacerdote exerce o seu ministério da Ordem,
administra os Sacramentos, o ministério sagrado. Isso é que o distingue. O
resto, a missão é a mesma, as exigências da vida também são as mesmas.
BS: Destes uma palestra
aos jovens sobre um sonho de Dom Bosco: historia de um sdb coadjutor. Dom Bosco
gostou dos coadjutores, por que?
BS: Um jovem
moçambicano pode gostar de ser salesiano coadjutor?
Mouzinho: Eu
acredito que um jovem moçambicano pode gostar de ser coadjutor. Porque? Nós
sabemos muito bem que o mundo agora é prático, o mundo agora quer ver, quer
trabalhar, que mexer com aquilo, quer mexer com isso.
Sendo isso, o jovem pode-se questionar: ao final de contas,
se eu quero fazer um trabalho ou quero ser assim, quero ser consagrado… Mas há
certas coisas que um sacerdote não tem que fazer, há limitações, ou algumas
vezes tem que estar a atender confissões, então, o jovem, que sente ser
coadjutor, acho que ele pode ser coadjutor, porque todo jovem que quer estar no
meio da juventude sem se separar cem por cento, como leigo no meio da juventude,
o leigo consagrado no meio dos jovens, vendo os trabalhos que o coadjutor está
fazendo, vendo a maneira de ser, as virtudes que ele tem, o jovem pode querer gostar
ser coadjutor.
BS: Qual a tua
avaliação deste encontro?
Mouzinho: Duma
forma geral, o encontro valeu a pena para as três casas de formação:
aspirantado, pré-noviciado e noviciado. Duma outra maneira, no meu ver, seria
melhor ainda se tivesse mais irmãos coadjutores e sacerdotes a participar no mesmo
encontro, para termos o mesmo prato.
BS: Obrigado, Ir.
Mouzinho!
Sem comentários:
Enviar um comentário