Ao falar sobre o aborto os Bispos de Mozambique ,dizem na sua carta, que «hoje em dia já não se fala muito sobre
aborto, prefere-se falar de interrupção voluntária da gravidez. Isto suscita
mais simpatia, porque o aborto faz referência ao bebé que se impediu de
continuar a crescer e a viver, e o conceito interrupção voluntária da gravidez
faz referência à mãe e o exercício da ‘sua liberdade’» (n. 7).
Os grupos pro-abortistas e a ideologia relativista,
tão sensíveis!, manipulam as palavras:
- a mulher-mãe,
dizem, têm direitos sobre o seu corpo,
ela é que deve decidir, mais ninguém...
Mas, é que o bebé, dizemos nós, mesmo
’embrião’, nunca foi o corpo da mãe, é outro ’ser vivo’ no corpo da mãe.
A ciência cada vez mais o confirma.
Conclusão: a mulher e os
outros colaboradores do aborto, não têm nenhuma autoridade para
‘liquidar materialmente’ essa nova vida!
Na linha do pensamento da
Igreja, os Bispos são claros ao afirmar que «o aborto provocado (...) é um
atentado contra a preciosidade da vida» (n. 8), «é sempre uma violência injusta
contra um ser humano, que nenhuma razão justifica eticamente (...), por
isso, «a Igreja Católica considera a despenalização e legalização do
aborto uma aberração ética, destina a promover a prática pelo desrespeito
pela vida alheia» (n. 9).
- · ATENTADO
- · VIOLÊNCIA INJUSTA
- · ABERRAÇÃO ÉTICA
- · DESRESPEITO
É triste contemplar como
na nossa sociedade moçambicana (lembramos
que na cultura africana a vida se respeitava, era um dom!), o aborto passou
a ser mais ‘uma doença’.
É triste observar como no
mundo juvenil, ‘fazer aborto’ é o recurso fácil para resolver problemas de
comportamentos imaturos e irresponsáveis. E muito mais grave, quando são os
adultos a promoverem esses abortos.
É muito doloroso ouvir a
mulheres jovens que fizeram o aborto, o sofrimento que levam nos seus corações.
Foram enganadas! O aborto lhes trouxe uma dor imensa na vida!

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