sexta-feira, 26 de abril de 2013

A tragédia do aborto



Ao falar sobre o aborto os Bispos de Mozambique ,dizem na sua carta, que «hoje em dia já não se fala muito sobre aborto, prefere-se falar de interrupção voluntária da gravidez. Isto suscita mais simpatia, porque o aborto faz referência ao bebé que se impediu de continuar a crescer e a viver, e o conceito interrupção voluntária da gravidez faz referência à mãe e o exercício da ‘sua liberdade’» (n. 7).

Os grupos pro-abortistas e a ideologia relativista, tão sensíveis!, manipulam as palavras:
- a mulher-mãe, dizem,  têm direitos sobre o seu corpo, ela é que deve decidir, mais ninguém...
Mas, é que o bebé, dizemos nós, mesmo ’embrião’, nunca foi o corpo da mãe, é outro ’ser vivo’ no corpo da mãe. A ciência cada vez mais o confirma.
Conclusão: a mulher e os outros colaboradores do aborto, não têm nenhuma autoridade para ‘liquidar materialmente’ essa nova vida!

Na linha do pensamento da Igreja, os Bispos são claros ao afirmar que «o aborto provocado (...) é um atentado contra a preciosidade da vida» (n. 8), «é sempre uma violência injusta contra um ser humano, que nenhuma razão justifica eticamente (...), por isso, «a Igreja Católica considera a despenalização e legalização do aborto uma aberração ética, destina a promover a prática pelo desrespeito pela vida alheia» (n. 9).
Vejamos com atenção as palavras fortes dos Bispos:
  • · ATENTADO
  • · VIOLÊNCIA INJUSTA
  • · ABERRAÇÃO ÉTICA
  • · DESRESPEITO

É triste contemplar como na nossa sociedade moçambicana  (lembramos que na cultura africana a vida se respeitava, era um dom!), o aborto passou a ser mais ‘uma doença’.
É triste observar como no mundo juvenil, ‘fazer aborto’ é o recurso fácil para resolver problemas de comportamentos imaturos e irresponsáveis. E muito mais grave, quando são os adultos a promoverem esses abortos.
É muito doloroso ouvir a mulheres jovens que fizeram o aborto, o sofrimento que levam nos seus corações. Foram enganadas! O aborto lhes trouxe uma dor imensa na vida!

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